Desde o lançamento do documentário sobre Michael Schumacher pela Netflix, seu estado de saúde voltou a ser alvo de especulação na imprensa.

Recentemente, Piero Ferrari, filho de Enzo Ferrari, fundador da escuderia italiana, concedeu uma entrevista e contou algumas novidades em relação ao histórico piloto.

“Tive o prazer de ter o Schumacher como hóspede em casa e de beber uma garrafa de vinho tinto juntos. Ele gostava muito desses momentos de intimidade e tranquilidade”, disse o empresário à Gazzetta dello Sport.

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“Ele era uma pessoa simples, clara, precisa, uma personalidade muito linear”, afirmou, relembrando o convívio com o alemão, explicando que esses pontos podem ter feito o piloto se tornar um dos maiores da história.

Piero também criticou a forma como a imprensa mundial trata o caso de Schumacher: “Lamento que falemos dele hoje como se estivesse morto. Ele não está morto, mas não consegue se comunicar”, explicou.

Schumacher se recupera de lesões cerebrais provocadas pelo acidente de esqui nos Alpes Franceses,em dezembro de 2013. Desde então, pouco se sabe sobre seu real estado de saúde, que é mantido em sigilo extremo pela família.

Recentemente, a esposa de Michael, Corinna, e o filho, Mick, deram pistas da real situação do heptacampeão mundial.

“É claro que sinto falta do Michael todos os dias. Estamos juntos. Moramos juntos em casa, fazemos terapia. Estamos tentando continuar como família do jeito que Michael gostava e ainda gosta. Todo mundo sente falta de Michael, mas Michael está aqui. Diferente, mas ele está aqui, e isso nos dá força. Estamos juntos. E estamos seguindo com nossas vidas”, explicou Corinna

“Desde o acidente, esses momentos em família, que acredito que muitas pessoas passam com os pais, não estão mais presentes, ou em menor grau, e a meu ver isso é um pouco injusto. Acho que meu pai e eu nos entenderíamos de uma forma diferente agora, simplesmente porque falamos uma linguagem semelhante, a linguagem do automobilismo, e sobre o qual teríamos muito mais o que conversar”, disse Mick, em seu primeiro ano na F1, pilotando a Haas.

Amigo de longa data, Jean Todt, presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), também já deu algumas declarações sobre o ex-piloto. Os dois trabalharam juntos nos tempos de Ferrari e, mesmo com a pandemia da Covid-19, o dirigente visita o ex-piloto de duas a três vezes por mês.

“Essa é uma questão na qual eu serei extremamente reservado. Vejo Michael com muita frequência. Minha resposta é sempre a mesma — ele luta. Nós só podemos desejar que as coisas melhorem para ele e sua família”, afirmou Todt.

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Fonte: Exame

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