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Prova Anti-Enzo está bombando: quantas dessas gambiarras antigas você ainda lembra?

Antes de começar, já fica o aviso: as respostas terão de ser dadas no digital, mesmo. Mas, para entrar no clima da nostalgia, está liberado pegar uma folha de papel almaço e fazer um rascunho à moda antiga.

A imagem abaixo traz a “Prova Anti-Enzo”, que viralizou nas redes sociais nesta semana por testar o quanto o público ainda se reconhece em soluções improvisadas da era analógica.

E dá para dizer sem muito risco: só deve ir bem no desafio quem já precisou:

  • esperar aquela música específica tocar no rádio para gravá-la (na torcida para o locutor não falar por cima);
  • ficar horas na locadora até, enfim, decidir qual VHS levar para o fim de semana;
  • dar leves batidinhas na lateral da TV para a imagem parar de “chuviscar”;
  • limpar a sujeira acumulada no mouse de bolinha para ele voltar a deslizar direito.
Crédito: Geração 35+ Original (criador original do conteúdo)

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E nada de recorrer ao ChatGPT ou à coleção da Barsa para responder. A ideia é descobrir se você entra na categoria Enzo (ou Mauricinho, traduzindo aqui para todas as gerações).

A seguir, confira as resoluções:

1 → D 🩴 (prego e chinelo)

Um clássico absoluto: improvisar um conserto de emergência com prego no chinelo, depois que a tira arrebentava.

2 → C 📺 (esponja de aço e televisão)

O novelo faz referência ao famoso “fio improvisado” usado para melhorar o sinal da TV. Na era analógica, valia quase tudo: mexer na antena, puxar um cabo, testar posições até a imagem finalmente parar de chuviscar…

3 → A 📼 (caneta e fita cassete)

As canetas tinham muito mais utilidade do que hoje, coitadas. E não era só para escrever: elas também serviam para rebobinar fita cassete. Bastava encaixar a ponta (com tampa) em um dos dois buracos e girar para a esquerda. Uma boa saída para não gastar pilha.

4 → E 🖨️ (garrafa de álcool e mimeógrafo)

Essa aqui é ainda mais raiz do que as outras. A referência é ao mimeógrafo, uma máquina duplicadora manual usada para copiar documentos (como se fosse um xerox anterior à década de 1990). Ele funcionava com papel especial (estêncil), tinta e, muitas vezes, álcool. Difícil esquecer o cheiro forte que os documentos tinham depois de serem “impressos”.

5 → B 💾 (sopro e cartucho)

Nada de jogo on-line — quem viveu os anos 1990 comprava cartucho. Assoprar era quase um ritual para tirar a poeira acumulada e tentar melhorar o encaixe no console.

Crédito: Geração 35+ Original (criador original do conteúdo)

Fonte/Crédito: Geração 35+ Original (post disponível aqui!)

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Gabriel Pietro

Gabriel tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 10 mil textos assinados até aqui.

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