Antes de começar, já fica o aviso: as respostas terão de ser dadas no digital, mesmo. Mas, para entrar no clima da nostalgia, está liberado pegar uma folha de papel almaço e fazer um rascunho à moda antiga.
A imagem abaixo traz a “Prova Anti-Enzo”, que viralizou nas redes sociais nesta semana por testar o quanto o público ainda se reconhece em soluções improvisadas da era analógica.
E dá para dizer sem muito risco: só deve ir bem no desafio quem já precisou:
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E nada de recorrer ao ChatGPT ou à coleção da Barsa para responder. A ideia é descobrir se você entra na categoria Enzo (ou Mauricinho, traduzindo aqui para todas as gerações).
A seguir, confira as resoluções:
Um clássico absoluto: improvisar um conserto de emergência com prego no chinelo, depois que a tira arrebentava.
O novelo faz referência ao famoso “fio improvisado” usado para melhorar o sinal da TV. Na era analógica, valia quase tudo: mexer na antena, puxar um cabo, testar posições até a imagem finalmente parar de chuviscar…
As canetas tinham muito mais utilidade do que hoje, coitadas. E não era só para escrever: elas também serviam para rebobinar fita cassete. Bastava encaixar a ponta (com tampa) em um dos dois buracos e girar para a esquerda. Uma boa saída para não gastar pilha.
Essa aqui é ainda mais raiz do que as outras. A referência é ao mimeógrafo, uma máquina duplicadora manual usada para copiar documentos (como se fosse um xerox anterior à década de 1990). Ele funcionava com papel especial (estêncil), tinta e, muitas vezes, álcool. Difícil esquecer o cheiro forte que os documentos tinham depois de serem “impressos”.
Nada de jogo on-line — quem viveu os anos 1990 comprava cartucho. Assoprar era quase um ritual para tirar a poeira acumulada e tentar melhorar o encaixe no console.
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