Céline Gounder é esposa do jornalista Grand Wahl, que se tornou mundialmente conhecido ao falecer no Catar, durante os jogos da Copa do Mundo. Antes de se tornar conhecido por essa fatalidade, ele ainda conseguiu muitos holofotes ao se mostrar publicamente, também no Catar, com uma camisa de apoio ao movimento LGBTQIA+. A viúva publicou uma nota na data de ontem, 14 de dezembro, trazendo a público detalhes sobre a causa da morte do seus esposo. Ela afirmou que a morte se deu por uma “ruptura de um aneurisma da aorta ascendente – ligado a hipertensão arterial – não detectado e de crescimento lento com hemopericárdio”.

Grand Wahl faleceu aos 49 anos logo após sentir uma pressão no peito durante a partida entre Argentina e Holanda, que aconteceu na última sexta-feira, 9, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Ao sentir a dor, o jornalista teve um mal súbito no Estádio Lusail e chegou a ser reanimado, mas o socorro não foi bem sucedido.

Segundo informado, a autópsia apontou a morte não é decorrente de nenhuma questão vacinal.

“Uma autópsia foi realizada pelo New York City Medical Examiner’s Office. Grant morreu da ruptura de um aneurisma da aorta ascendente não detectado e de crescimento lento com hemopericárdio. A pressão no peito que sentiu pouco antes de sua morte pode ter representado os sintomas iniciais. Nenhuma quantidade de RCP ou choques o teria salvado. Sua morte não teve relação com a COVID. Sua morte não teve relação com a situação vacinal. Não havia nada nefasto sobre sua morte”, afirmou a esposa, na mencionada publicação.

A viúva mostrou-se grata por tato apoio recebido nesse momento familiar tão difícil: “Em primeiro lugar, em meu nome e de nossa família, quero expressar nossa mais profunda gratidão pelo apoio, amor e simpatia de todo o mundo. Continua sendo um momento muito difícil e doloroso enquanto lamentamos a morte de um amado marido, irmão e amigo. É um certo consolo saber que tantas pessoas que Grant alcançou inúmeros colegas, leitores, atletas, treinadores, amigos e fãs – estão ao nosso lado”.

Para finalizar, a viúva falou sobre o falecido marido em sua intimidade, revelando traços de sua alma e caráter:

“Enquanto o mundo conhecia Grant como um grande jornalista, nós o conhecíamos como um homem que abordava o mundo com franqueza e amor. Grant era um marido, irmão, tio e filho incrivelmente empático, dedicado e amoroso, que era nosso maior companheiro de equipe e fã. Apreciaremos para sempre o presente de sua vida; compartilhar sua companhia era nosso maior amor e fonte de alegria. Grant selecionou amigos de todas as culturas e estilos de vida, para quem ele era um ouvinte generoso, um entusiasta, um defensor dos outros. Conhecer Grant era conhecer um verdadeiro homem renascentista: ele era infinitamente curioso sobre o mundo e um amante da literatura, arte, música, comida e vinho”, escreveu.

Fonte: Terra






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