
Disfarce romântico, gelo e pressão por resultado: “Patinando no Amor” entrou no radar dos assinantes e virou uma das séries mais vistas do momento na Netflix ao misturar treino pesado, competição e um acordo que tinha tudo para ser só marketing.
No centro da trama está Adriana Russo, patinadora artística que mira uma vaga no Campeonato Mundial Júnior.

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Só que, fora das apresentações, ela tem um problema bem menos glamouroso para resolver: o rinque da família — tocado pelos pais — começa a balançar por causa de dificuldades financeiras, e isso ameaça diretamente a rotina de treinos, as chances dela seguir competindo e até a continuidade do espaço.
A saída que aparece envolve visibilidade e dinheiro. Para continuar no jogo e chamar patrocinadores, Adriana aceita uma mudança importante: formar dupla com Breyden Elliot, um patinador competitivo, calculista e bem diferente dela em temperamento e estilo.

A parceria nasce com metas claras e pouca paciência para drama… pelo menos no começo.
Só que o plano vai além da coreografia!

Para aumentar o interesse do público e vender uma imagem “perfeita” para a mídia, os dois topam fingir que são um casal, criando uma narrativa que ajuda a impulsionar a dupla.
O problema é que a convivência diária — ensaio, cobrança, queda, repetição, cansaço e disputa por espaço — faz a história sair do controle: o que era combinado começa a ganhar emoção de verdade, e a linha entre estratégia e sentimento vira o principal conflito.
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