Há textos que lemos e deixam um rastro belo e permanente em nossas almas. Pessoalmente, gosto muito do texto abaixo. Quando o li, há muitos anos, fez com que eu procurasse entender melhor as minhas emoções e interpretar o modo que elas se manifestavam em meu corpo como um sinal de alerta.

Infelizmente não consegui descobrir o autor. Mas, ainda assim, fica o registro da edificante mensagem.

“A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.
Existem semáforos chamados Amigos.
Luzes de precaução chamadas Família.
Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.
Um potente motor chamado Amor.
Um bom seguro chamado FÉ.
Abundante combustível chamado Paciência.
Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS”

É muito necessário que estejamos atentos aos sinais físicos de desequilíbrio, sinais de que possivelmente estejamos a trilhar caminhos não reconhecidos pelo nosso coração, estranhos, deprimentes, conflitantes com a nossa alma.

Tempos de PAZES a todos!

(Se alguém souber a autoria do texto, diga-nos, por favor! Será uma honra atribuir os méritos a quem de direito)

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Nara Rúbia Ribeiro
Ama poesia, contos, passarinhos e borboletas. É mãe, dona de casa, tem uma filha adolescente e uma cachorrinha que fica lambendo a sua perna enquanto ela escreve. Abandonou um casamento estável com o Direito para flertar com a literatura e criar a Revista Pazes.