Todos os holofotes estão voltados, na data de hoje, para a vizinha Argentina. Ocorre que sua vice-presidente, Cristina Kirchner, sofreu um atentado no qual um brasileiro, ao que tudo indica por questões de intolerância política, apontou uma arma para o seu rosto, à queima-roupa, e apertou o gatilho.
Por motivos que só teremos conhecimento após a perícia técnica, a arma falhou.
O site G1 ouviu especialista Bruno Langeani, do Instituto Sou da Paz, que levantou hipóteses para a falha arma da marca Bersa calibre 32 não ter funcionado. Segundo a polícia, a arma foi deixada na rua logo após o atentado.
Na opinião do especialista, duas opções são as mais plausíveis para a falha do tiro:
A primeira hipótese é da falha na execução. A arma, neste caso, estaria carregada, mas ele não teria manobrado o ferrolho para colocar a munição na câmara de onde parte o disparo. Assim, quando apertou o gatilho, portanto, não havia munição para disparar.
A segunda possibilidade ventilada é que a munição poderia estar velha ou úmida e, por causa disso, a pólvora não explodiu quando o gatilho foi acionado, não gerando assim o disparo do projétil.
A arma é produzida pela Bersa, uma empresa de armas argentina que está no ramo há mais de 60 anos e tem capacidade com capacidade de 7 a 10 munições.
Veja o momento da tentativa do disparo:
O homem que foi preso como suspeito do atentado é Fernando Andrés Sabag Montiel, de 35 anos, nasceu em São Paulo, mas não é filho de brasileiros, e se mudou para a Argentina em 1993. Dados comerciais mostram que ele está registrado como motorista de aplicativo e tem um carro em seu nome.
Agora ele foi detido e levado pela polícia federal da Argentina e aguarda julgamento.
Fonte: g1
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