É muito comum as pessoas que perderam um ente querido sonharem com ele (ou ela). Mas seria isso apenas um fruto da nossa imaginação? É uma forma de o cérebro compensar a dor da perda? Ou talvez realmente haja visitas de entes queridos durante o sono?

Esta é uma questão controversa com muitas arestas para se analisar. Estudiosos do assunto fizeram descobertas fascinantes sobre essas visitas “de sonho”.

De acordo com um artigo escrito por Patrick McNamara, na revista digital Psychology Today, essas visitas têm características comuns:

1. “O falecido geralmente aparece como na vida real, e não quando estava doente”, escreve McNamara. “Na verdade, o falecido muitas vezes pode parecer muito mais jovem e saudável do que quando morreu.”
2. O falecido transmite tranquilidade e bem-estar ao sonhador. “Estou bem e continuo com você.” É uma das mensagens mais comuns que os visitantes costumam trazer. Muitas vezes, o sonhador não ouve uma voz em seus sonhos, mas capta o pensamento do falecido.
3. As visitas de parentes falecidos tendem a ser claras e muito intensas, e são lembradas como encontros reais quando o sonhador desperta.

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4. Em muitos casos, o familiar ou ente querido que faleceu aparece para dar algum aviso, para evitar que o dorminhoco entre em perigo.
5. Outra das mensagens mais comuns está relacionada a expressar amor e apoio em um momento difícil.

6. Outra das “missões” desses visitantes é preparar o sonhador para sua própria morte iminente.
7. Há também casos em que o visitante pede ou pede perdão.
8. Em muitas ocasiões, a pessoa que aparece no sonho não diz nada. Muitas vezes ele apenas sorri e desaparece.

Esses fenômenos têm sido considerados como mecanismos psicológicos do sonhador para poder gerenciar e atenuar a dor pela perda de um ente querido. Mas pesquisadores científicos como o Dr. Raymond A. Moody estão questionando que tudo é produto de uma imaginação febril.

Moody é bacharel em Filosofia pela University of Virginia, onde obteve um BA em 1966, um MA em 1967 e um Ph.D. em 1969. Ele também obteve um Ph.D. em psicologia pelo West Georgia College, onde ele mais tarde ele iria trabalhar como professor. Em 1976, ele recebeu um doutorado (MD) da Faculdade de Medicina da Geórgia. Moody também foi nomeado Presidente em Estudos da Consciência na Universidade de Nevada (1988)

Depois de obter seu doutorado, Moody trabalhou como psiquiatra forense no Georgia State Maximum Security Hospital. Ele se tornou mundialmente famoso por seu livro “Life After Life”, publicado em 1975.

Na pesquisa do Dr. Moody, ele também estudou sonhos com parentes ou entes queridos que faleceram. E as evidências mostram que por trás desses sonhos se esconde uma realidade muito mais complexa do que a simples autocondenação do sonhador.

O psicólogo espanhol Joaquín Cámara é um renomado pesquisador sobre o tema da vida após a morte. Cámara explica que quando alguém morre e vai para o mundo espiritual, pode tentar se comunicar de diferentes formas com seus entes queridos que ainda estão no plano físico.

Cámara, autora do livro Uma Vida Infinita, explica que “Uma das formas mais frequentes é tentar estabelecer comunicação quando a pessoa adormece. Todas as noites, quando nos deitamos para dormir, chega um momento em que nosso corpo astral sai do corpo físico e percorre seu plano, o astral, enquanto o corpo físico permanece deitado na cama.

Em geral, não nos lembramos dessas viagens que fazemos todas as noites, pois no plano astral também estamos meio adormecidos, semiconscientes do que está acontecendo ao nosso redor lá. Lembremos agora que o plano astral é o mesmo para onde vamos depois que morremos, então esse lugar está cheio de seres desencarnados, assim como dos próprios habitantes do astral. Deste modo,

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Fonte: El Club de los Libros Perdidos

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