Por Mino de Oliveira

A Importância do fim de semana para o Homo Boleto.

O Trabalho é fruto da REVOLUÇÃO, a Realização é fruto da Evolução. Reflita sobre suas escolhas. “REALIZO, LOGO SOU”.

98% da nossa cultura que trabalha, adora o fim de semana! Na sexta-feira, se aparece algum problema, ele é empurrado, largado ou deixado para ser resolvido na segunda-feira.

Se na sexta-feira observarmos as pessoas nos ônibus, nos metrôs, nas lotações, nos trens e nos aviões, vamos constatar que todos estão felizes.

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Se for um feriado prolongado, então… vira festa! Aliás, há uma única razão para adorarmos tanto os feriados prolongados, as férias, a aposentadoria é porque odiamos o que fazemos: fomos criados na sexta-feira para “ser”, não para “fazer” (já estava tudo maravilhosamente realizado).

O “fazer” é obra do homem moderno que começou nesses últimos míseros dez mil anos.

…Recentemente (cento e poucos anos), demos início a terceira revolução, que é a revolução industrial. Nela, surgiu o operaDOR e para acordar o trabalhaDOR, inventamos o despertaDOR! Quando o despertaDOR toca, geralmente você dá um tapão para ele parar – a cama está uma delícia – e é terrível despertar com esse opressor.

O ícone da revolução agrícola é o lavraDOR. O ícone da revolução industrial é o operaDOR.
Para acordar o trabalhaDOR, nós inventamos o despertaDOR. Agora, o ícone da revolução da revolução cibernética é o computaDOR.

Nossa cultura ainda insiste, sem qualquer visão ou solução, em manter essa conduta acreditando que as revoluções vão melhorar nossas vidas.

A Evolução é natural e cresce no sentido vertical em direção ao Cosmos. A Revolução é uma situação imposta, e se limita ao mundano. A revolução traz “dor, perda e sofrimento”.

A revolução agrícola, para ser implantada na época, criou o seguinte método: todos os m
embros da nossa tribo, sem exceção, tiveram que trabalhar para comer. E hoje, dez mil anos depois do início da revolução agrícola, nós, trabalhadores, 98% da população do planeta, continuamos trabalhando para comer… e comer mal.

Créditos da capa: Pixabay

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