O cãozinho Cooper nasceu com uma rara doença congênita que quase lhe tirou a vida: pouco após o nascimento, ele foi diagnosticado com a chamada ‘síndrome da espinha curta’.
A doença faz com que o animal possua uma coluna vertebral menor do que o normal e estimula seu corpo a ser mais comprido do que o de um cão da mesma raça.
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É bastante rara e naturalmente causa um estranhamento à primeira vista. No entanto, se acompanhada ocasionalmente por veterinários, a síndrome não atrapalha a expectativa de vida do animal, que irá conviver com ela sem maiores problemas para além da mobilidade reduzida.
Infelizmente, os antigos donos de Cooper não levaram isso em consideração e o abandonaram em uma fazenda quando ele tinha apenas 2 meses.
Com sorte, dias depois, o cãozinho foi resgatado por voluntários de uma ONG local, que lhe acolheram com muito amor e afinco.
O filhote recebeu todo o acompanhamento veterinário necessário para recuperar sua saúde, até então comprometida por pulgas, vermes e uma hérnia de disco.
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Meses depois, Cooper recebeu alta hospitalar e foi direcionado para um centro de animais. Não demorou muito para ele ser adotado por Elly e Andy Keegan, um casal simpático que já possuía diversos outros cães em casa.
O casal mantém as despesas com uma série de medicamentos que mantém a saúde e o bem-estar do doguinho. Vale a pena, pois Cooper nunca foi tão feliz e saudável quanto agora, aos 2 anos de idade. Afinal de contas, ele tem muito o que viver pela frente!
A deficiência física do cãozinho ainda continua a lhe impor certos desafios, mas ele enfrenta tudo isso com leveza e tranquilidade. Com o amor da família, cada obstáculo é superado aos poucos, um dia de cada vez.
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