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“Eu vi a morte de perto”, afirma brasileiro infectado por variante britânica

O enfermeiro Altair Nonato da Silva, 45 anos, concedeu entrevista a Maurício Businari, colaborador da UOL na cidade de Santos. Trata-se do primeiro caso confirmado no litoral paulista de contágio pela nova variante britânica da covid-19, a B.1.17.

Segundo pesquisas, essa variante é 60% mais contagiosa e letal que aquela que ensejou a primeira onda no Brasil.

O enfermeiro é muito conhecedor das questões relacionadas à doença e acredita que esse conhecimento pode ter salvo a sua vida. Ele é pós-graduado em Enfermagem em UTI (Unidades de Terapia Intensiva) e especializado em Saúde Pública. Atualmente trabalha em um hospital na cidade de São Paulo,

O enfermeiro suspeita que o contágio se tenha dado através de sua esposa, tendo sido esta primeiramente infectada após ir às compras no centro da cidade em que mora, Paruibe, na antevéspera do Ano Novo, descartando a contaminação no hospital porque o local seria na sua opinião, “à prova de covid-19”, em razão dos cuidados sanitários e protocolos exigidos.

Para ele, o contágio se deu através de sua esposa, que teria sido contaminada ao ir às compras no centro de Peruíbe na antevéspera do Ano Novo.

Confira a seguir  trechos do seu depoimento:

“Sou o primeiro caso confirmado de muitos que ainda virão. E isso é preocupante. Essa cepa é muito agressiva, se eu não fosse enfermeiro e não tivesse conhecimento de fisiologia, além de mais de 15 anos de experiência no atendimento de atenção básica na rede pública de São Paulo, eu acho que teria morrido. Eu vi a morte de perto. Eu e minha família estamos numa quarentena rígida desde janeiro do ano passado. Tudo o que fazemos segue rigorosos protocolos.”

Para o enfermeiro, “foi a fé em Deus e a confiança na Ciência que me salvaram. Graças a Deus não precisei ser intubado e fui melhorando aos poucos.”

Ele alertou para o risco de subestimar a doença: “Quem pensa que covid é uma gripezinha corre um sério risco. Ela é uma roleta russa.”

Para finalizar, o enfermeiro descreve bem a gravidade do que lhe ocorreu, fala da inexistência de tratamentos da importância da vacina:  “Se eu não fosse enfermeiro e não conhecesse bem o funcionamento do corpo humano, eu ou alguém da minha família teriam morrido. Pensem nisso. Não existe tratamento, o kit covid é uma mentira. Só existe profilaxia, que é a vacina. Nessa, sim, a gente tem que confiar”.

Para ler a matéria completa, visite o site da UOL

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