Conforme publicado pelo site G1, diaristas do Distrito Federam decidiram se unir para trocarem informações acerca de clientes “perigosos”. Aqueles que assediam as diaristas antes da contratação ou no decorrer da prestação do serviço.
Um deles, por exemplo, mostrando-se interessado no serviço de limpeza, fez a proposta, em meio às negociações, de que as as mulheres trabalhassem com roupas curtas, oferecendo, para isso, um bônus em dinheiro para além do inicialmente acordado.
Veja no print abaixo:
A delegada Adriana Santana, da Delegacia Especial de Atendimento a Mulher (DEAM), explica que esse tipo de mensagem não se configura como assédio, mas como perturbação da tranquilidade. No entanto, ela aponta que é o primeiro passo para que outras situações aconteçam.
“Se ela aceita o serviço, vai trabalhar no local combinado, e lá recebe propostas sexuais, estaríamos diante de um caso de assédio. Se essas propostas vem acompanhadas de um toque libidinoso, sem consentimento, passa a ser uma importunação sexual. Se além de tudo isso ainda houver uma violência, uma ameaça, nós poderíamos estar diante de um estupro”, diz a delegada.
Para ler a matéria completa, acesse G1
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