A senhora Maria Branyas, que já contabiliza 113 primaveras, contraiu uma forma leve da covid-19 no último mês de abril. O contágio se seu na asilo em que vive há vinte anos, na cidade de Olot (próximo a Barcelona).

Os sintomas foram leves e, segundo o responsável: “Na verdade, a única coisa que foi detectada foi uma infecção do trato urinário e um pouco de febre associada, mas depois ela foi submetida a um teste de triagem (para o coronavírus) que deu positivo”.

María permaneceu em confinamento por semanas, em seu quarto, na Residência Santa Maria del Tura. Era cuidada por uma funcionária, munida de EPIs, tinha contato com a centenária senhora, conforme noticiado pela TV regional TV3, que noticiou os fatos.

Na entrevista, após elogiar os funcionários da instituição em que reside, perguntada por sua longevidade, afirmou que é uma sortuda por “ter boa saúde”.

Nem mesmo a sua filha Rosa Moret foi autorizada a visitá-la durante o confinamento, mas concluiu na TV3: “Agora ela está bem, está em boa forma, com vontade de falar, de explicar, de fazer suas reflexões, voltou a ser o que era”.

Em diversos artigos publicados em jornais, senhora María foi chamada de “supercentenária”. Mãe de três filhos, avó e bisavó, nascida em 4 de março de 1907 nos Estados Unidos, onde seu pai trabalhava como jornalista em São Francisco.

Vivenciou a grande pandemia da gripe espanhola de 1918 e ainda a guerra civil em seu país, além, é claro, das duas grandes Guerras Mundiais.

Com informações do R7 e do O povo

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