Conforme divulgado pela Revista Veja, uma nova vacina traz grandes esperanças para a imunização de pessoas contra o coronavírus. A vacina foi desenvolvida pela equipe farmacêutica Pfizer em parceria com a BioNTech teve e teve, conforme publicação das empresas datada de hoje, dia primeiro, “resultados positivos em um estudo realizado com humanos”.

De acordo com a descrição do estudo publicada no portal MedRxiv, os pacientes que participaram do teste (adultos saudáveis entre 18 e 55 anos) apresentaram robustos índices de anticorpos neutralizantes ao vírus após 28 dias da primeira dos da primeira dose do fármaco — o desenvolvimento prevê a necessidade de pelo menos duas doses

Fora 24 os participantes receberam doses do fármaco em diferentes quantidades, entre os dias 4 de maio e 19 de junho. Outros nove receberam placebo. Entre os que foram vacinado pela dose efetiva, desenvolvida pelas empresas, foi percebido uma maior taxa de anticorpos neutralizantes do que o detectado em pacientes que efetivamente foram infectados pelo novo coronavírus. Estes anticorpos, acreditam os especialistas, são fundamentais para o desenvolvimento da imunidade ao vírus.

Apesar da verificação de uma resposta imune, efeitos colaterais como febre, dor de cabeça e fadiga foram relatados em ao menos 50% dos pacientes que receberam uma segunda dose. Os sintomas se manifestaram, geralmente, de forma leve e transitória.

Novas análises serão realizadas para confirmar a eficácia do medicamento, se receber aprovação de agências reguladoras, as empresas esperam fabricar até 100 milhões de doses até o final de 2020 e mais 1,2 bilhão até o fim de 2021.

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