O Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo)informou ter visitado,na manhã desta terça-feira (28) que visitou o Hospital e Maternidade Brasil, onde foi feito o parto do bebê de Klara Castanho.

Tal visita ocorreu após a atriz denunciar que teria sido ameaçada por uma enfermeira. A instituição disse que “aguarda liberação de documentos internos para prosseguir com a apuração dos fatos e identificação dos envolvidos”.

A nota foi divulgada nas redes sociais, dizendo na necessidade de cautela na apuração do ocorrido. “Ainda que a sociedade aguarde respostas imediatas para o caso, é necessário ter cautela para que não haja descumprimento aos ritos formais nem a propagação de mais informações sigilosas, preservando principalmente a vítima dessa situação delicada.”

“O Coren-SP continua atento ao desdobramento do caso e prezando pela segurança na assistência à população e pela ética e humanização no exercício profissional da enfermagem’, completou.

Relembre o caso:

Klara Castanho, atriz global (21 anos), após ver seu nome nas redes sociais cogitando uma suposta gravidez e entrega de seu bebê para adoção, usou sua conta no Instagram para publicar uma carta aberta com um relato forte sobre o momento que viveu nos últimos meses.

“Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que eu sofri.”

No decorrer do relato, ela fala sobre a situação que poderia implicar a investigação em curso:
“No dia em que a criança nasceu, eu, ainda anestesiada do pós-parto, fui abordada por uma enfermeira que estava na sala de cirurgia. Ela fez perguntas e ameaçou: ‘Imagina se tal colunista descobre essa história’. Eu estava dentro de um hospital, um lugar que era para supostamente me acolher e proteger. Quando cheguei no quarto já havia mensagens do colunista, com todas as informações. Ele só não sabia do (…) . Eu ainda estava sob o efeito da anestesia. Eu não tive tempo para processar tudo aquilo que estava vivendo. Eu conversei com ele, expliquei tudo que tinha me acontecido. Ele prometeu não publicar. Um outro colunista também me procurou dias depois querendo saber se eu estava grávida e eu falei com ele. Mas apenas o fato de eles saberem, mostra que os profissionais que deveriam ter me protegido em um momento de extrema dor e vulnerabilidade, que têm a obrigação legal de respeitar o sigilo da entrega, não foram éticos, nem tiveram respeito por mim e nem pela criança.”

Releia todo o relato clicando Aqui

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