Acusado de tirar a vida da própria mãe, ele acorda 18 anos no passado para impedir crimes que já aconteceram

Tem série na Netflix que passa batida no catálogo… até você clicar “só pra ver” e perceber que entrou numa história que não te solta mais.

Erased (versão live-action do anime) mistura investigação e viagem no tempo de um jeito bem direto: cada episódio joga uma nova peça no tabuleiro e te obriga a prestar atenção em detalhes que parecem pequenos.

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O protagonista é Satoru Fujinuma, um jovem que tenta se firmar como mangaká enquanto convive com uma habilidade raríssima: em momentos específicos, ele “volta” alguns minutos no tempo — como se recebesse uma segunda chance — para evitar que alguma tragédia aconteça.

Só que esse “atalho” não vem com manual: ele precisa agir rápido, sem saber exatamente o que vai dar certo e o que vai piorar a situação.

A virada pesada acontece quando a mãe de Satoru é assassinada e ele acaba sendo tratado como o suspeito perfeito. Sem ter como provar nada, ele é empurrado para o lugar mais improvável: o próprio passado.

Em vez de retornar poucos minutos, ele acorda 18 anos antes, ainda criança, e entende que o caso do presente se conecta a crimes antigos que assombraram sua cidade.

É aí que o suspense muda de escala. No corpo de um menino, mas com a memória de adulto, Satoru tenta reconstituir a sequência de eventos que culminou nas mortes — e percebe que três colegas de infância estão no centro dessa história.

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Para impedir que o padrão se repita, ele precisa se aproximar deles, ler comportamentos, identificar o perigo antes que ele se mostre e tomar decisões que carregam consequências bem reais.

No meio disso, a série trabalha tensão de um jeito emocional: não é só “descobrir quem é”, é correr contra acontecimentos que já parecem marcados no calendário.

E, quanto mais Satoru mexe nas peças, mais ele entende que o assassino não está longe — ele está perto o suficiente para parecer “normal” aos olhos de todo mundo.

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Gabriel tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 10 mil textos assinados até aqui.