E se a ciência provasse a vida após a morte? Filme da Netflix mostra o efeito mais perturbador possível

Lançado em 2017, The Discovery mistura suspense, ficção científica e romance numa ideia bem simples e assustadora: e se alguém apresentasse ao mundo uma prova incontestável de que existe “algo depois”?

O diretor Charlie McDowell pega esse “e se” e transforma em um filme de clima frio, com cara de conversa sussurrada — e com um elenco que chama atenção logo de cara: Jason Segel, Rooney Mara, Robert Redford, Jesse Plemons e Riley Keough.

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A virada do enredo acontece quando uma descoberta científica derruba a maior dúvida humana.

A notícia corre o planeta e, em vez de aliviar o medo da morte, bagunça a cabeça coletiva: muda crenças, muda decisões e cria uma reação social pesada, com muita gente encarando a própria vida de um jeito perigoso e definitivo.

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No centro disso está o personagem de Jason Segel, um pesquisador ligado diretamente ao estudo que desencadeia a crise — e que carrega nas costas tanto o peso da ciência quanto o estrago causado por ela.

Do outro lado, Rooney Mara interpreta uma jovem marcada por perdas e por uma relação complicada com esse tipo de “verdade” que promete conforto, mas entrega ansiedade.

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Quando os dois se aproximam, o filme sai do debate público e entra no terreno íntimo: o que uma prova muda dentro de cada pessoa? E, principalmente, quem deveria ter o direito de abrir essa porta — e a que custo.

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Gabriel tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 10 mil textos assinados até aqui.