Claudia Dias Batista de Souza é o nome de batismo da Monja Coen. Antes de se tornar a mais famosa praticante e líder budista do Brasil, ela foi gente como a gente – talvez até um pouco mais louquinha. Prima de Sergio Dias e Arnaldo Batista, dos Mutantes, Coen foi casada algumas vezes – uma delas, com o iluminador dos shows do Alice Cooper – e acabou presa na Suécia por tráfico de LSD. Foi apenas aos 36 anos que ela começou a meditar. E nunca mais parou. Nessa entrevista, ela fala sobre os caminhos internos para a felicidade, sobre autoconhecimento e transcendência, e sobre como não recomenda mais o uso de drogas para se aproximar de Deus.
Você se sente menos que alguém?
Provavelmente, todos nós em algum momento da vida já nos sentimos assim, e nesse vídeo a Monja Coen nos lembra que são muitas as causas e condições que nos levam a ter uma baixa estima. Essas condições podem vir desde a vida intrauterina, ancestralidade e como fomos criados, tudo isso pode interferir na confiança que sentimos em nós mesmos.
O importante é sempre lembrar que somos seres humanos. Somos perfeitos da forma como somos e não devemos nos comparar a outras pessoas.
Se observamos que não estamos fazendo o suficiente para nosso próprio benefício e o de outros, vale sempre a lembrança de que somos seres em constante transformação com infinitas possibilidades. Quando erro, o que faço para que isso se transforme?
Monja Coen
A fotografia é uma das formas mais poderosas de comunicação visual. Ela permite que as…
Um pudim, uma nota de R$ 100 e uma confeiteira corajosa no meio da rua…
Quem faz unhas em gel costuma olhar primeiro para cor, brilho e durabilidade. Desta vez,…
A foto tem cara de lembrança tirada do fundo do baú: enquadramento simples, visual de…
Existe uma fase da vida adulta em que certas mudanças chegam sem pedir licença. A…
Filmes de assalto costumam gostar de cronômetro, cofre, fuga e plano milimetricamente desenhado. As Viúvas…