A “paranormalidade” dos gatos

Quando uso a palavra “paranormalidade”, estou me referindo à percepção humana, que se baseia nos cinco sentidos. O que vemos, sentimos, conhecemos, além dos sentidos, chamamos, na linguagem parapsicológica, de paranormal, além-do-normal.

Lendo os artigos já publicados aqui na Revista Pazes, sobre a espiritualidade ou lendas dos gatos, quero contribuir com fatos concretos.

Tenho contato com uma senhora, residente em São Paulo, capital, mãe de quatros filhos, todos paranormais e índigas ou cristais. São duas meninas gêmeas de cinco anos, um menino de oito e outro de dezesseis anos. Não somente os filhos são paranormais, mas também a mãe, bem como a avó era, pois a paranormalidade se adquire por hereditariedade, pelo sofrimento e pela tranqüilidade, segundo a parapsicologia.

Essa família possui um gato branco, que tem atitudes por nós humanos consideradas paranormais, mas sabemos que para ele são normais, uma vez que eles possuem o agir de acordo com nosso subconsciente. Por isso que eles nos percebem muito além do que nós mesmos nos percebemos, devido à nossa limitação consciente e baseada nos sentidos.
Veja alguns episódios muito interessantes:

1. A mãe tem passado por muitas dores devido um aparelho que precisa usar na coluna, pois um erro ou um descuido médico numa cirurgia para a retirada de um rim com câncer, deixou cair uma pinça no nervo da coluna e cortou-o, deixando-a paralítica; o processo devido o erro médico caminha há nove anos, ainda sem ser julgado. Para poder andar importou um aparelho dos Estados Unidos e esse instalado na coluna faz o papel do nervo cortado e ela voltou a andar. Tudo isto para justificar as constantes dores. O gato costuma deitar sobre o local da dor, pois ele tem a função de gerar energia onde mais falta ou fazê-la circular. O gato sabe onde a pessoa sente a dor e lá ele deita em cima.

2. Uma de suas meninas sentia muitas dores, febre, que mesmo levada no hospital os médicos não descobriram. Foi o gato que indicou onde estava a dor, que causava febres na menina. Em conversa comigo sobre as dores e a febre que não passava, pedi que observasse o gato. De fato, disse ela, o gato fica deitado ao lado dela, hora sobre a cabeça, hora lambia o ouvido direito dela. Estava com inflamação no ouvido direito.

3. Essa senhora, devido o aparelho na coluna, não podia, com o uso da primeira bateria, menos moderna que a atual, não podia pegar trem nem metrô que recebia choques. Um dia ela precisava sair e pra agilizar, seria melhor o trem, apenas três estações e pensou em pegar o trem. O gato de opôs, ficando na porta tentando impedir que ela saísse e pegasse o trem. Ela insistiu e saiu, voltando para casa com uma grande queimadura na perna devido o choque que tomou no trem.

4. Essa senhora, de profissão, antes de usar o aparelho, era massoterapeuta, não podendo mais exercer devido ao esforço que teria de fazer. Um fim de semana, nos finados do ano passado, por estar sem condições financeiras para passar o feriado com os filhos, pensou em realizar algumas sessões de massoterapia. Seu médico disse que não podia, mas sua necessidade gritava mais forte. Marcou duas pessoas para serem atendidas. Porém, nesse dia, seu gato estava estranho, agressivo, se colocando sempre na porta quando ela se aproximava. Falando comigo sobre a atitude do gato, pedi que sentasse, colocasse o gato no colo, fechasse os olhos e iria perceber o que o gato queria lhe comunicar. Fez isto. Colocou o gato no colo, fechou os olhos e começou a pensar nas diversas coisas que podia o gato estar comunicando-lhe. Quando pensou nas duas pessoas que ia atender, o gato reagiu, se tornando agressivo. Ela dispensou as duas pessoas e o gato começou a agir normalmente.

5. Poucos dias atrás, tanto ela como as crianças e uma enteada, que mora com ela para auxiliá-la, tiveram vômitos, febres. Em contato comigo, se perguntava se talvez fosse algum alimento ou a água. Pedi que observasse o gato. Este procurava por água, subia na pia e não conseguia beber. Pedi que fervesse e depois de fria desse ao gato; ele não bebeu. Mandou um filho comprar uma garrafinha de água e o gato bebeu, matando sua sede. Chamou a Sabesp para verificar a sua água e constataram que estava contaminada.

Em contato com outras pessoas, fiquei sabendo de outros episódios interessantes, na mesma linha dos mencionados acima.

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Josué Ghizoni
Parapsicólogo Clínico formado pelo IPAPPI de Curitiba; Pós-graduado em Parapsicologia pela Faculdade Vicentina (FAVI); Master em hipnose; Master em PNL (Programação Neurolinguística); Educador Financeiro; Formado em Filosofia pela PUC de Curitiba; Formado em teologia, com mestrado em Teologia Espiritual pela Gregoriana de Roma. Palestrante nas áreas de educação financeira, parapsicologia, motivação, autoestima, autoconfiança, autoconhecimento. e-mail: [email protected] face: [email protected] página: www.facebook.com/ghizonireorientacaohumana Telefone e whats: (41) 9702-6725



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