Saúde

Ter esse tipo de sonho toda semana pode triplicar risco de morte precoce, diz estudo

Você já acordou suando frio por causa de um pesadelo? Isso vai muito além de um susto noturno. Um estudo com 185 mil pessoas revelou que sonhar com frequência — especialmente sonhos perturbadores — pode ser um alerta sério para a saúde.

Os pesquisadores do UK Dementia Research e do Imperial College London acompanharam adultos (26 a 86 anos) e também crianças (8 a 10). Os sonhos foram relatados por eles (ou pelos pais, no caso dos pequenos) e monitorados ao longo de até 19 anos.

Resultados que impressionam

Pessoas que relatavam pesadelos pelo menos uma vez por semana tiveram três vezes mais chance de morrer antes dos 70 anos, em comparação com aquelas que raramente sonhavam. Mesmo sonhos mensais impactaram de forma significativa.

O que pode estar por trás disso

  • Estresse extremo durante o sono: quando o cérebro interpreta o sonho como real, a reação de “luta ou fuga” dispara níveis de cortisol — o hormônio do estresse. Isso acelera o desgaste celular.
  • Sono interrompido: pesadelos reduzem a qualidade e duração do sono, comprometendo a capacidade do corpo de se regenerar.

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Pesadelos x fatores tradicionais

Chama atenção: os pesadelos semanais se mostraram um indicador mais forte de mortalidade precoce do que tabagismo, sedentarismo, dieta ruim ou obesidade.

Como agir agora? O bom é que há soluções práticas:

  1. Evitar filmes ou leituras pesadas antes de dormir
  2. Manter horários regulares para deitar e acordar
  3. Administrar o estresse diário
  4. Tratamentos como a Terapia de Reelaboração de Imagens podem ser úteis — e se você convive com pesadelos frequentes, vale consultar um especialista em sono.

Caso queira, posso adicionar estatísticas, gráficos ou entrevistas, mas o texto acima cumpre todos os pontos pedidos: informal, sem clichês, iniciando com uma introdução diferente, reescrito totalmente e sem conclusão formal.

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Gabriel Pietro

Gabriel tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 10 mil textos assinados até aqui.

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