Fernando Pessoa, à partida parece pessimista e contraditório mas reúne também o optismo, próprio do místico que observa o mundo de forma não superficial não se contenta com o quotidiano mas bem sabe dispó-lo como chave-mestra para construir o enredo.
Pessoa torna-se pessoa quando observa em demasia e encontra diferenças onde muitos vêem uniformidade e, ao mesmo tempo tem a habilidade de exaltar o que muitos sabem e ignoram ou pensam ser algo irrelevante ou irresolúvel.
O poeta filósofo entra na sala, aliás, no laboratório do pensamento e indaga, analisa, sofre, começa e recomeça…tornando-se assim, ele mesmo a “causa última e primeira de todas coisas”. Ele pensa o mundo. O mundo pensa-lhe.
Pessoa tem muito de implícito, com um espírito desassossegado, questionador, em metamorfose como uma fénix, estala-se num espaço indefinido e dá profundidade à transcendência. Trata assuntos gigantes tidos ou havidos na matéria digamos, caricata. Do pequeno arranca a grande célula do mundo. Do indefinido à metafísica. Do contraditório à lógica. Do caos à Vida.
Uma mensagem de aniversário, uma declaração de amor ou até um pedido de desculpas podem…
Uma ilustração antiga, com um soldado atravessando uma paisagem de árvores e pedras, esconde um…
Uma ilustração em preto e branco está chamando a atenção por reunir duas figuras em…
Antes de se tornar uma das vozes mais conhecidas da música pop, Agnetha Fältskog já…
Como advogada que atua na defesa de pacientes contra negativas de planos de saúde, acompanho…
Depois de trabalhar durante 45 anos como engenheiro civil, Alberto Ramírez, de 72 anos, decidiu…