Com informações de Aleteia
Em missa recentemente realizada na Casa Santa Marta, Francisco ponderou sobre o sentido espiritual deste mal que há muito, mas marcadamente nos nossos dias, assola a humanidade: a sacralização do dinheiro, o enxergarmos no dinheiro um fim que justifica todos os meios, mesmo os mais violentos e deploráveis.
À diferença do pecador, que se reconhece pecador e busca em Deus por misericórdia, o corrupto, ponderou o Santo Padre, não age desta maneira precisamente pelo fato de que, ainda que sob uma aparência piedosa, este serve a um outro deus: o deus dinheiro.
Não teria sido outra a razão que levara Jesus a se revoltar contra os vendilhões do templo: o comportamento do Cristo se explica precisamente pelo fato de que, naqueles homens, Jesus reconhecia idólatras que ali se valiam da fé em Deus para instituírem outro: o “dinheiro” ao invés de “Deus”. “Por trás do dinheiro há o ídolo”, salientou.
A reflexão proposta por Francisco constitui, nos nossos dias, uma imperiosa necessidade, sobretudo levando-se em conta o fato de que a ganância, a avareza, a cobiça e todos os comportamentos deploráveis e anti-cristãos que decorrem dessas inclinações, as mais baixas, utilizam-se frequentemente da máscara da piedade cristã para se fazerem passar despercebidas, subvertendo assim o próprio cerne da mensagem do evangelho.
Não sabe quando procurar uma psicóloga em Socorro-SP? Entenda os sinais e descubra como dar…
Existe um tipo de romance que começa depois do fim. Em A Arte de Amar,…
O que começa como uma viagem para acompanhar a filha acaba mudando completamente a rotina…
Há arrependimentos que não aparecem de uma vez. Eles vão se acumulando no meio da…
Antes de virar personagem de uma série da Netflix, Lidia Poët já era uma daquelas…
Às vezes, o que faz uma série crescer na Netflix não é uma grande estrela…