O intelectual que produz manchetes, aquele que quer a todo custo ser fácil, o que deseja ser visto, como um artista de “vaudeville”, e não ouvido no que tem a dizer é a presa da instrumentalização pela mídia: os perigos de uma certa televisão são claros e graves.
Daí a reação que começa na Europa, dos verdadeiros intelectuais se recusando a comparecer de forma indiscriminada diante da televisão. Nosso trabalho não é produzir flashes, frases, mas ajudar a produzir consciência. A cautela do intelectual perante a mídia televisiva não significa recusá-la, porque o intelectual necessita da difusão do seu trabalho.
Mas é necessário ser prudente, prudência que apenas vem da consciência do papel que temos para exercer.”
(Trecho do discurso proferido por Milton Santos ao receber o título de Professor Emérito da Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas, Letras e Artes da USP, em 1997.)”
A fotografia é uma das formas mais poderosas de comunicação visual. Ela permite que as…
Um pudim, uma nota de R$ 100 e uma confeiteira corajosa no meio da rua…
Quem faz unhas em gel costuma olhar primeiro para cor, brilho e durabilidade. Desta vez,…
A foto tem cara de lembrança tirada do fundo do baú: enquadramento simples, visual de…
Existe uma fase da vida adulta em que certas mudanças chegam sem pedir licença. A…
Filmes de assalto costumam gostar de cronômetro, cofre, fuga e plano milimetricamente desenhado. As Viúvas…