Em um mundo em que a tecnologia nos controla, onde o visual fascina e a essência é esquecida. Onde o diálogo é escasso, sorrisos, olhares, risadas e abraços são substituídos por mensagens e emojis, onde o amor tornou-se para os corajosos e a compaixão é sinônimo de fraqueza, é inevitável se perguntar: estamos mesmo avançando?
Avanço. De fato essa palavra é uma definição para esta geração. Avanço científico e tecnológico. Curas para doenças sendo encontradas, a tecnologia que está presente a cada instante na vida, facilitando-a e, até certo ponto, melhorando-a.
Mas a tecnologia em excesso vem nos tornando preguiçosos, nos rouba a atenção e vem tirando nossa sede de ler, de aprender. Não estamos sabendo aproveitar essa oportunidade do conhecimento tão valiosa que está em nossas mãos.
O avanço é essencial, mas deve haver limites, sim. Devemos resgatar as coisas boas das gerações dos nossos pais e avós. Resgatemos o calor humano. Resgatemos os sentimentos, a gentilza. Estamos virando máquinas. Isso não é bom.
Foto de capa:© Gloria Salgado Gispert
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