Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.
Talvez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.
( Pablo Neruda )
Despedir-se de alguém próximo pode envolver gestos muito pessoais. Em diferentes famílias e culturas, tocar…
Quando o sono chega, pouca gente presta atenção à forma como se acomoda na cama.…
Quando os destroços do Titanic foram finalmente localizados, em 1985, os pesquisadores encontraram uma cena…
Testes visuais de personalidade costumam partir de uma proposta bastante simples: apresentar diferentes imagens e…
Uma senhora muito idosa, sentada em uma cadeira de praia, mantém a bengala ao lado…
Quando funcionários de um estabelecimento em Salta, no norte da Argentina, encontraram Lunita na rua,…