Quem encara o Show do Milhão sempre guarda a carta dos “universitários” para aquele momento de sufoco — mas, neste domingo (6), o socorro virou armadilha. A edição apresentada por Patrícia Abravanel viralizou depois que o competidor Leandro, confiante na ajuda estudantil, viu R$ 30 mil irem pelo ralo diante de milhões de telespectadores.
A cena dominou o X (antigo Twitter) e empilhou críticas ao quadro que, desde a volta do programa em 2021, já coleciona tropeços semelhantes.
O deslize começou com uma pergunta sobre William Shakespeare: “Por qual apelido o dramaturgo ficou conhecido?”. Entre as quatro alternativas, o paulista apostou na sabedoria coletiva e acionou os três estudantes na plateia.
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Para espanto geral, eles cravaram “Pai Dramaturgo”, empurrando o concorrente para a resposta equivocada. A opção correta, “O Bardo de Avon”, faz referência à cidade de Stratford-upon-Avon, onde Shakespeare nasceu — informação replicada em qualquer apostila de literatura do ensino médio.
A perda de R$ 30 mil — montante que teria levado Leandro à etapa seguinte, mais próxima do prêmio máximo — inflamou as redes. Em minutos, hashtags como #ShowDoMilhão e “JAMAIS CONFIE NOS UNIVERSITÁRIOS” saltaram aos trending topics.
Teve internauta se dizendo “mais nervoso que o participante”, outro jurando que “prefere as velhas placas de resposta” e um usuário sugerindo eliminar o auxílio acadêmico na próxima temporada.
Não foi a primeira vez que o trio de universitários cometeu gafes — em março, outro competidor perdeu R$ 10 mil após receber indicação errada sobre história do futebol. A reincidência reabriu o debate: vale manter um recurso que depende da memória aleatória de três desconhecidos?
Especialistas em game shows lembram que a atração, criada por Silvio Santos em 1999, sempre equilibrou entretenimento e sorte, mas o formato atual talvez precise de reciclagem para não minar a credibilidade do jogo.
Enquanto o SBT não decide se muda as regras, os fãs seguem afiados no sofá. A cada edição, o público faz questão de conferir ao vivo se os universitários vão acertar ou voltar a causar prejuízo.
Quem participa, por outro lado, já tem um novo mandamento informal: antes de confiar nos “sábios da plateia”, melhor ter certeza absoluta — ou correr o risco de sair com o bolso vazio e virar meme em pleno horário nobre.
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