Fernando Pessoa, à partida parece pessimista e contraditório mas reúne também o optismo, próprio do místico que observa o mundo de forma não superficial não se contenta com o quotidiano mas bem sabe dispó-lo como chave-mestra para construir o enredo.
Pessoa torna-se pessoa quando observa em demasia e encontra diferenças onde muitos vêem uniformidade e, ao mesmo tempo tem a habilidade de exaltar o que muitos sabem e ignoram ou pensam ser algo irrelevante ou irresolúvel.
O poeta filósofo entra na sala, aliás, no laboratório do pensamento e indaga, analisa, sofre, começa e recomeça…tornando-se assim, ele mesmo a “causa última e primeira de todas coisas”. Ele pensa o mundo. O mundo pensa-lhe.
Pessoa tem muito de implícito, com um espírito desassossegado, questionador, em metamorfose como uma fénix, estala-se num espaço indefinido e dá profundidade à transcendência. Trata assuntos gigantes tidos ou havidos na matéria digamos, caricata. Do pequeno arranca a grande célula do mundo. Do indefinido à metafísica. Do contraditório à lógica. Do caos à Vida.
Tem série que chama atenção pelo crime, pela investigação ou pelo susto. Dilema prende por…
Nicole Kidman voltou ao suspense em uma produção que aposta em crimes violentos, segredos antigos…
A notícia de que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o andamento de milhares de…
Por anos, Robin Williams foi visto pelo público como um artista de energia rara, daqueles…
Tem teste visual que parece brincadeira de internet, mas prende justamente porque mexe com uma…
Medo de avião já rende tensão por conta própria. Em The Twilight Zone, esse desconforto…