Fernando Pessoa, à partida parece pessimista e contraditório mas reúne também o optismo, próprio do místico que observa o mundo de forma não superficial não se contenta com o quotidiano mas bem sabe dispó-lo como chave-mestra para construir o enredo.
Pessoa torna-se pessoa quando observa em demasia e encontra diferenças onde muitos vêem uniformidade e, ao mesmo tempo tem a habilidade de exaltar o que muitos sabem e ignoram ou pensam ser algo irrelevante ou irresolúvel.
O poeta filósofo entra na sala, aliás, no laboratório do pensamento e indaga, analisa, sofre, começa e recomeça…tornando-se assim, ele mesmo a “causa última e primeira de todas coisas”. Ele pensa o mundo. O mundo pensa-lhe.
Pessoa tem muito de implícito, com um espírito desassossegado, questionador, em metamorfose como uma fénix, estala-se num espaço indefinido e dá profundidade à transcendência. Trata assuntos gigantes tidos ou havidos na matéria digamos, caricata. Do pequeno arranca a grande célula do mundo. Do indefinido à metafísica. Do contraditório à lógica. Do caos à Vida.
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