A nostalgia de tempos menos complicados, onde as preocupações cotidianas não dominavam a vida, é um sentimento comum a muitos. Em um período sem a pressão financeira ou a constante busca por estabilidade, as prioridades se voltam para questões mais simples, como as complexidades dos relacionamentos interpessoais. Este é o cenário explorado no romance adolescente “Lola”, dirigido por Lisa Azuelos, que mergulha na jornada de autoconhecimento da personagem-título, interpretada por Miley Cyrus.
A trama acompanha Lola, uma adolescente do colégio Wrigley em Chicago, cujas noites são preenchidas com saídas com amigos e conversas intermináveis via SMS e redes sociais.
O filme, distribuído ao longo de 97 minutos, gira em torno das dinâmicas entre Lola (Miley Cyrus), Janice (Ashley Greene), Ashley (Lina Esco) e suas interações sobre as férias passadas, planos futuros e, é claro, relacionamentos amorosos.
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O enredo ganha complexidade com a entrada de Chad, interpretado por George Finn, o namorado de Lola. Uma reviravolta acontece quando Lola descobre uma traição de Chad, resultando em um confronto entre eles e a posterior entrada de Kyle (interpretado por Douglas Booth), um novo interesse amoroso que traz um frescor à narrativa.
Douglas Booth se destaca como o ponto alto do filme, trazendo carisma e naturalidade ao seu papel, mesmo diante de um roteiro repleto de clichês. Suas interações com Lola levam a uma jornada de autoconhecimento e redenção, destacando-se em meio às tramas previsíveis envolvendo a mãe de Lola, vivida por Demi Moore, e outros personagens.
Apesar dos pontos positivos trazidos pelo elenco, “Lola” tropeça em uma montanha de clichês e situações previsíveis. Ainda assim, o filme oferece momentos de leve entretenimento, especialmente para os fãs de comédias românticas adolescentes.
Em uma mistura de juventude, romance e lições de vida, “Lola” na Netflix traz um retrato nostálgico dos dilemas e descobertas da adolescência, apresentando um elenco talentoso e uma história envolvente, mesmo que em meio a algumas fórmulas já conhecidas do gênero.
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Fonte: Plano Crítico
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