Se na hora de escolher a cerveja do fim de semana você e seu par vão direto “na marca que todo mundo conhece”, vale um alerta: esse comportamento costuma parecer inofensivo, mas pode virar um gasto recorrente que passa despercebido no orçamento do mês — e ele existe justamente porque certas marcas conseguem cobrar mais por preferência, status e lembrança.
É o tipo de detalhe que, no dia a dia, soma sem fazer barulho.
Um exemplo recente desse poder de marca veio do Global 500 2026, levantamento anual da consultoria Brand Finance: a Corona foi apontada pela terceira vez como a marca de cerveja mais valiosa do mundo, mantendo a liderança entre as cervejas no ranking.
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Na leitura de quem acompanha o mercado, esse resultado ajuda a explicar por que tantas pessoas “compram no automático” quando veem o rótulo certo: a disputa não é só de produto, é de memória.
A própria lógica do ranking é medir quanto uma marca vale com base em fatores como força comercial, desempenho e relevância global — e, quando isso funciona, o consumidor aceita pagar mais sem nem comparar.
No Brasil, a Ambev vem usando justamente esse empurrão do segmento premium para recuperar terreno.
Dados divulgados pela companhia e repercutidos no mercado apontam que o portfólio premium cresceu na casa de 15% no 3º trimestre de 2025, com marcas como Corona entre as que puxaram esse avanço.
Enquanto isso, no topo do Global 500 2026, o recado é claro: tecnologia segue dominando. Apple continua em primeiro, com valor estimado em US$ 607,6 bilhões, e a Microsoft vem logo atrás, chegando a US$ 565,2 bilhões; Google aparece em terceiro (US$ 433,1 bilhões) e Amazon em quarto (US$ 369,9 bilhões).
Quem mais chamou atenção na edição de 2026 foi a NVIDIA, que saltou posições e entrou no top 5 após um avanço expressivo, puxado pelo boom de inteligência artificial. Na mesma faixa de destaque, TikTok/Douyin também apareceu com crescimento forte.
O restante do top 10 ainda reúne nomes gigantes do varejo, eletrônicos e infraestrutura, como Walmart, Grupo Samsung, Facebook e State Grid Corporation of China — uma mistura que mostra como “marca valiosa” não depende só de popularidade, mas de escala, receita e consistência.
Fonte: Brand Finance
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