Para Mia, vivemos um tempo em que nos foi amputado tanto o passado quanto o futuro.
Para ele, “o nosso tempo é hoje um bicho que só tem pescoço.
Comeram-lhe a cabeça e arrancaram-lhe a cauda”. Isso se dá, segundo Mia, por vivermos numa “sociedade do efêmero”, submetida ao mercado, na qual estamos submergidos num tempo que nunca é nosso.
Veja o vídeo:
A forma como uma pessoa ocupa a cama pode mudar várias vezes durante a noite.…
Algumas escolhas são feitas antes mesmo de encontrarmos uma explicação lógica para elas. Um olhar,…
Uma cama costuma ser escolhida pelo conforto, mas o ambiente ao redor dela também pesa…
Quando Preely Coleman começou a falar, boa parte dos norte-americanos que haviam nascido durante a…
Há fotografias antigas que exigem alguns segundos até serem compreendidas. Em uma delas, registrada no…
O avanço de uma doença grave costuma trazer despesas que vão muito além dos medicamentos.…