Para Mia, vivemos um tempo em que nos foi amputado tanto o passado quanto o futuro.
Para ele, “o nosso tempo é hoje um bicho que só tem pescoço.
Comeram-lhe a cabeça e arrancaram-lhe a cauda”. Isso se dá, segundo Mia, por vivermos numa “sociedade do efêmero”, submetida ao mercado, na qual estamos submergidos num tempo que nunca é nosso.
Veja o vídeo:
Uma senhora muito idosa, sentada em uma cadeira de praia, mantém a bengala ao lado…
Quando funcionários de um estabelecimento em Salta, no norte da Argentina, encontraram Lunita na rua,…
Selena Quintanilla já era uma das maiores estrelas da música tejana quando começou a preparar…
Um caso médico registrado no Irã chamou a atenção por uma associação pouco comum entre…
Uma peça metálica encontrada durante a limpeza da casa da avó foi suficiente para provocar…
Para quem acompanhou a televisão e o cinema no fim dos anos 1990 e ao…