Publicado originalmente em Aleteia
O vídeo abaixo foi um dos mais compartilhados e comentados dos últimos. Foi gravado em uma clínica da cidade de Santos, SP, e mostra a emoção de uma fisioterapeuta ao ver um menino de tês anos andando pela primeira vez.
O nome do garoto é Eduardo Lopes. Ele nasceu de 34 semanas e, na época, passou 25 dias na UTI. A prematuridade deixou sequelas. Com apenas um ano de idade, ele foi diagnosticado com paralisia cerebral e a parte inferior do corpo dele ficou sem movimentos.
Dudu, como é carinhosamente chamado, faz tratamento fisioterápico cinco dias por semana. Em uma das últimas sessões, ele seguiu as orientações da fisioterapeuta e conseguiu dar os primeiros passos sozinhos. A fisioterapeuta Caroline Araújo, responsável pela acompanhamento, não segurou a emoção e caiu no choro ao se deparar com esta grande conquista (para ela e, principalmente, para o paciente).
“Eu não esperava. Eu gravo todos os meus atendimentos. Nesse dia, estávamos trabalhando muito a marcha e eu ficava sempre atrás dele. Eu vi que ele poderia e, então, fiquei do lado. Na primeira tentativa, ele conseguiu. Aquilo mexeu comigo porque veio na minha cabeça todo o trabalho que tivemos. Eu não queria chorar, mas não consegui, não conseguia mais nem dar os comandos. A emoção falou mais alto”, disse Caroline ao portal G1.
Uma funcionária da clínica filmou o momento inesquecível e emocionante. Não deu outra: o vídeo viralizou.
No Instagram, o Padre Fábio de Melo compartilhou a publicação e escreveu:
“A emoção desta fisioterapeuta vendo o progresso do menino, leva-me a pensar na beleza do mundo que o nosso conhecimento não alcança. Enquanto a maldade, a corrupção e a injustiça no nosso país ganham tanta visibilidade, cenas como esta colocam um curativo sobre a carne da realidade. Não sei quem são os 3 envolvidos. A fisioterapeuta, o menino e a voz que auxilia sem mostrar o rosto, mas a eles quero agradecer pelo bem que me fizeram hoje.”
A Polícia Civil de Santa Catarina apresentou nesta terça-feira (27) novas informações sobre a morte…
Em “Amor nas Entrelinhas”, a primeira coisa que acontece não é um beijo nem uma…
Tem filme que você coloca pra ver achando que já sabe o “básico” da história…
Depois de semanas com cara de “verão sem freio” — calor forte e pouca água…
Tem dia que a gente só quer uma história que comece, pegue no tranco rápido…
Sabe aquele filme que você passa batido no catálogo e depois fica pensando “como eu…