Capa: ©Stefano Marsi/Facebook
Os vaga-lumes são cada vez menos ameaçados por pesticidas e poluição luminosa, mas há um lugar em Trieste onde eles criam um verdadeiro show de mágica com suas danças. É a ponte de San Giuseppe, uma passagem subterrânea onde centenas de insetos se reúnem todas as noites, uma delícia para os corações e os olhos dos habitantes.
Agora, para o povo de Trieste, é um compromisso fixo. Todas as noites, depois das 22 horas, na passagem subterrânea de San Giuseppe, ao longo da ciclovia, muitos se reúnem para admirar os vaga-lumes, muitos, muitos.
Lá, os besouros transformam a área em uma verdadeira floresta encantada. Como vários usuários do Facebook explicam, de 22 a 24 os vaga-lumes dançam no escuro dentro do túnel, depois desaparecem.
“Fui no domingo à noite em uma ciclovia onde há uma passagem subterrânea no caminho para Bagnoli, estava cheia”, diz um usuário.
Existem muitas fotos publicadas nas redes sociais, tão bonitas que nem parecem verdadeiras:
É mágico novamente … os vaga-lumes voltam no ciclo!
O vídeo abaixo fala um pouco do que tem acontecido aos pirilampos, meio a pesticidas e poluição:
Sua aparição, como na foto de capa, é um verdadeiro milagre da natureza, já que os vaga-lumes, uma vez difundidos, estão desaparecendo em todos os lugares devido a pesticidas e mudanças climáticas.
Mas agora o bloqueio pode ter lhes dado uma mão! Eles vêm mais e mais. Nós sentimos falta deles!
Fonte: GreenMe
Venha conosco para nossas páginas no Facebook e Instragram.
A Revista Pazes apoia as medidas
de isolamento social para conter o avanço do novo coronavírus.
#FiqueEmCasa #SeSairUseMáscara
Tem dia que a gente só quer uma história que comece, pegue no tranco rápido…
Sabe aquele filme que você passa batido no catálogo e depois fica pensando “como eu…
O alerta acendeu fora da Índia antes mesmo de virar rotina por lá: aeroportos e…
Disfarce romântico, gelo e pressão por resultado: “Patinando no Amor” entrou no radar dos assinantes…
A MUBI colocou no catálogo “Morra, Amor”, um drama tenso e bem direto ao ponto…
Nem todo “erro” de carreira vira drama — às vezes vira uma história engraçada (e…