Do site G1

Tudo o o que acontece por servir de alicerce para as nossas reflexões cotidianas. Nesta semana, um comentário de um médico de uma celebridade nos fez pensar sobre até onde os pais podem chegar quando resolvem fazer com que uma criança, no caso seu filho, deixe de ser sujeito, fazendo dele um objeto. Duas semanas após a morte de Joe Jackson, pai do cantor Michael Jackson, o médico do astro, Conrad Murray, fez revelações contundentes sobre Joe. Que estas reflexões nos sirvam para que olhemos para nós mesmos e possamos refletir no quanto não temos feito também de nossos filhos objetos do nosso ego, tentando neles realizar nossas ambições pessoais.

Trata-se do médico que foi consideração culpado no caso da morte do cantor, condenado por homicídio culposo. Conrad foi condenado em 2011 por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), e cumpriu dois anos de prisão por administrar alta dose de propofol ao cantor, morto em 2009.

O médico faz considerações desabonadoras sobre o pai cantor. Ele já havia afirmado que Joe “foi um dos piores pais da história” e disse que “Michael experimentou a crueldade nas mãos de seu pai”. As citações foram repercutidas também pela revista People e outros sites internacionais.

“O fato de ele ter sido ‘quimicamente castrado’ para manter sua voz aguda é algo indescritível”, relatou Conrad.

Esta não é a primeira vez que o médico fala sobre o assunto. Em seu livro “This Is It! The Secret Lives of Dr. Conrad Murray and Michael Jackson”, lançado em 2016, o médico acusa Joe de forçar Michael a tomar injeções de hormônio aos 12 anos de idade para curar acne e prevenir a mudança de voz.

Conrad foi condenado em 2011 por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), e cumpriu dois anos de prisão por administrar alta dose de propofol ao cantor, morto em 2009.

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