Nem todo “erro” de carreira vira drama — às vezes vira uma história engraçada (e um pouco dolorida) para contar em talk show. Michael Douglas, com décadas de trabalho e prêmios importantes na prateleira, já disse que não costuma ficar remoendo escolhas profissionais. Só que existe uma recusa específica que ele ainda menciona com aquela cara de “por que eu fiz isso?”.
A confissão veio durante uma participação no programa do James Corden. No meio da conversa, Douglas comentou que deixou passar um projeto que, olhando hoje, teria sido um dos trabalhos mais rentáveis de toda a vida dele.
E o arrependimento não era sobre crítica ou prestígio: era sobre dinheiro mesmo — e, claro, sobre ter ficado fora de um sucesso gigantesco.
Quando você compara esses números com o tipo de contrato e participação financeira que grandes nomes podem negociar, fica fácil perceber por que Douglas olha para trás e pensa: “ok, essa eu queria ter aceitado”.
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O filme em questão era Frozen: Uma Aventura Congelante, a animação da Disney lançada em 2013 que virou fenômeno global.
Na entrevista, ele soltou a frase que virou manchete: “Não me arrependo de nada na minha carreira, exceto por um filme” — e completou dizendo que toparia dublar um personagem sem pensar duas vezes, porque aquilo teria rendido mais do que qualquer longa em que ele já atuou.
No começo, Douglas ficou enrolando para revelar qual era o título. Disse que talvez não pudesse contar, fez suspense, riu… até que cedeu à insistência bem-humorada do apresentador e assumiu: era Frozen mesmo.
A graça da situação é justamente essa: um ator acostumado a decisões grandes, em produções enormes, sendo “pego” por uma recusa que parecia pequena na época.
Ele também comentou que não lembrava exatamente qual personagem lhe ofereceram.
Ainda assim, muita gente especula que pudesse ser o Olaf, o boneco de neve brincalhão que acabou ganhando a voz do Josh Gad na versão original em inglês — e virou um dos rostos mais reconhecíveis do filme.
De quebra, seria a estreia de Douglas como dublador em um longa animado, um tipo de trabalho bem diferente do que ele costuma fazer.
E dá para entender por que isso ainda cutuca. Frozen somou cerca de US$ 1,28 bilhão nas bilheteiras pelo mundo e bateu recordes.
Já Frozen 2, lançado em 2019, foi ainda mais alto, chegando a aproximadamente US$ 1,45 bilhão.
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