Desde que se tornou mais conhecida nas redes sociais, a influenciadora digital Paloma Jesus, mãe de 3 meninos, tem recebido críticas maldosas e desnecessárias relacionadas ao seu filho caçula, Pedro, de 2 anos.
O motivo não poderia ser mais banal: Pedro tem cabelo comprido.
“Eu até apaguei a fotinha dele do Instagram, porque mexeu comigo e eu precisava respirar”, desabafou a mãe, que mora em Barueri (SP). “As frases que mais ouço são: ‘Deixou crescer porque queria menina?’, ‘Isso é coisa de mulher’ ou ‘Como vão saber que é menino?’. Como podem pensar assim?”, afirmou.
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Pedrinho tem madeixas grandes desde pequeninho. “Ele era muito esperado e nasceu lindo e bem cabeludo. A decisão de deixar crescer surgiu com o tempo, pois, conforme ele crescia, o cabelo crescia rápido também. Cada vez mais, ele foi ficando maior e cabeludinho”, disse Paloma, orgulhosa.
“O cabelo crescia muito muito mesmo, e foi aí que comecei a perceber um certo preconceito disfarçado de palpite ou ‘conselho’. Diziam para eu cortar o cabelo dele, pois não saberiam se ele era um menino ou menina, por exemplo. Ainda ouço: ‘Vai deixar até os 10 anos?’ ou ‘Acho que com 4 aninhos tá bom né?’. No começo, eu não ligava muito, mas pelo fato de ter mais dois meninos, comecei a ouvir de pessoas desconhecidas que eu decidi deixar o cabelo dele crescer, pois ‘não havia tido uma menina’, então estaria fazendo dele a filha que não tive”, lamentou.
Por alguns meses, ela até deixou de fazer posts com o caçula, por medo dos comentários maldosos. “Eu fiz uma escolha, Pedro tem quase 2 anos e eu pergunto se ele quer cortar, ele sempre diz: ‘Qué não mamãe. Cabelo bonito’. Ele sabe que é lindo assim e se aceita. Então, escolhi não escondê-lo. O comprimento do cabelo não tem relação com sexualidade ou com qualquer escolha futura dele. É só cabelo, e cabelo é cabelo, seja de menina ou menino. Já chorei muito, mas hoje tento lidar de forma mais madura e com mais calma”, contou.
“Eu desejo que todas as mães tenham paz e que saibam lidar com os comentários que surgem dentro da própria família, de amigos e até mesmo desconhecidos. A sociedade quer me obrigar até a cortar o cabelo do meu filho? Não sou obrigada, não, e seguimos assim: Pedro lindo e feliz com seu ‘cabelo bonito’, como ele mesmo diz”, completou.
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