Tudo começou quando o sequestrador, inconformado com o término da relação com sua ex, invadiu a sua cada por volta das 18 horas de ontem, em Belo Horizonte. Ela conseguiu fugir, mas o filho de 7 anos e um amigo, que estavam em sua casa no momento da invasão, foram feitos reféns.
A partir de então, seguiram-se 16 horas de negociação, até que um atirador de elite conseguiu imobilizar o sequestrador, no que a política realizou o resgate das vítimas e providenciou o atendimento médico do sequestrador, já baleado.
De acordo com a porta-voz da Polícia Militar, Layla Brunella, o sequestrador fez exigências que não poderiam ser atendidas.
“Fez demandas que não podiam ser atendidas, que colocariam outras pessoas em risco, como a presença da ex-companheira no local”, disse.
Após 16 horas de negociações, por volta das 10h15, um atirador de elite da Polícia Militar baleou o homem. A criança e o jovem foram retirados da casa em seguida. O menino foi levado para os pais, que esperavam em um carro da Polícia Militar.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, a força policial esgotou todas as tentativas de negociação com Leandro. Por causa disso, a corporação tomou a decisão de acionar um atirador de elite.
“A gente lamenta muito, não é o desfecho que a gente gostaria, mas foi o desfecho possível para salvar a vida desses reféns, da criança e do jovem de 23 anos”, explicou a major Layla Brunnela.
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