A tocante cena do lava-pés encerra o mais profundo mistério da verdadeira redenção do homem. O seu sentido último vai muito além da ética da humildade que estamos habituados a ouvir nos sermões comuns das igrejas.
É a apoteose da redenção pelo querer-servir.
A humanidade está dividida em dois grupos nitidamente distintos: os que querem ser servidos – e os que querem servir. A primeira parte é enorme, a segunda é pequena em quantidade, embora grande em qualidade.
Para que um homem passe da doença crônica do querer-ser-servido para a vigorosa sanidade do querer-servir, é necessário que deixe de ser profano e se torne um homem sacro. No homem profano, devido à sua cegueira, predomina o pequeno ego físico-mental – no homem sacro, graça à sua vidência, triunfa o grande Eu espiritual.
O homem profano se sente bem, importante, poderoso, quando está sentado sobre um trono, dando ordens, e muitos de seus semelhantes jazem ao pé do trono, cumprindo ordens. Nisto é que ele vê força, riqueza grandeza – quando, na realidade, tudo isto é sintoma de fraqueza, pobreza, pequenez.
Quem pode alegremente servir mostra que é forte, rico, pleno, exuberante.
Deus não tem necessidade de receber nada, mas dá tudo porque é inesgotável Plenitude.
Quanto mais o homem se aproxima da Divindade doadora, tanto mais gosta de dar e servir e tanto menos se interessa por receber e ser servido.
(Texto extraído do livro “O Triunfo da Vida Sobre a Morte” – Huberto Rohden* – Editora Martin Claret).
Tem série que chama atenção pelo crime, pela investigação ou pelo susto. Dilema prende por…
Nicole Kidman voltou ao suspense em uma produção que aposta em crimes violentos, segredos antigos…
A notícia de que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o andamento de milhares de…
Por anos, Robin Williams foi visto pelo público como um artista de energia rara, daqueles…
Tem teste visual que parece brincadeira de internet, mas prende justamente porque mexe com uma…
Medo de avião já rende tensão por conta própria. Em The Twilight Zone, esse desconforto…