Com informações de Histórias Com Valor
E quem é que seria insensível ao ponto de não se permitir comover diante de uma carinha dessas?
Este jornalista foi enviado à trabalho para um canil, a fim de reunir informações para escrever um artigo. Mal sabia que, ao chegar lá, ganharia o coração de um cãozinho, que não sairia mais do seu lado. Reciprocamente, mal sabia que o cãozinho também ganharia o seu coração.
O jornalista estava por ali, coletando depoimentos das pessoas que administram e trabalham no local, quando então o bichinho se aproximou e não havia nada que o fizesse para de seguir o jornalista. Por mais bem tratados que os animais sejam em lugares assim, sentem quase sempre uma grande carência do afeto e do carinho humanos.
A tentação de adotar os bichinhos, levar pra casa e cuidar, quando nos encontramos em situações assim, é sempre enorme, mas é preciso termos em mente (é sempre bom lembrar) que decisões desse gênero não podem ser irrefletidas, inconsequentes. É uma tarefa que demanda muita responsabilidade e que não deve ser assumida sem que se assuma todas as suas consequências.
No caso do jornalista, as consequências foram assumidas, no final das contas. Ele não resistiu e acabou levando o cãozinho pra casa e, queremos crer, em um gesto que sintetizou não exclusivamente uma decisão sua, mas uma decisão de ambos.
Não sabe quando procurar uma psicóloga em Socorro-SP? Entenda os sinais e descubra como dar…
Existe um tipo de romance que começa depois do fim. Em A Arte de Amar,…
O que começa como uma viagem para acompanhar a filha acaba mudando completamente a rotina…
Há arrependimentos que não aparecem de uma vez. Eles vão se acumulando no meio da…
Antes de virar personagem de uma série da Netflix, Lidia Poët já era uma daquelas…
Às vezes, o que faz uma série crescer na Netflix não é uma grande estrela…