A felicidade é como a liberdade: a minha liberdade não acaba quando começa a do outro; acaba quando acaba a do outro. Se algum ser humano não for livre, ninguém é livre. Se alguém não for livre do descaso, do abandono, ninguém é livre. Assim também se alguém não for livre da discriminação, ninguém é. Portanto, tanto a noção de felicidade quanto a de liberdade são universais.
É aí que elas se aproximam da ética no campo da própria universalidade.´
Fico pensando: que modelo de vida é esse que organizamos no Ocidente, que nos leva a produzir o maior avanço tecnológico da história da humanidade – nós, Homo sapiens modernos, que tivemos nos últimos 50 anos mais exuberância tecnológica do que nunca – e, ainda assim, o que obtivemos? Um turbinamento do cotidiano, uma aceleração que beira a “tacocracia”, a ditadura do rápido, e, em segundo lugar, uma decepção muito grande. Por vezes, a gente tem uma sensação assim: “Isso não está me levando a nada, eu estou indo rápido mas não estou chegando a lugar nenhum”.
(trecho do livro Nos labirintos da moral, de Mario Sergio Cortella e Yves de La Taille. Papirus 7 Mares)
Antes de se tornar um dos rostos mais reconhecidos da televisão americana, Linda Evans trabalhava…
Viajei por quatro estados para conhecer meu primeiro neto. Durante todo o trajeto, pensei em…
Há pessoas que atravessam uma casa sem perceber quem mantém tudo funcionando. Encontram as flores…
Em Hollywood, uma carreira pode perder força sem que exista uma demissão, uma crítica pública…
Alguns desafios visuais são resolvidos em poucos segundos. Outros usam justamente essa pressa para conduzir…
Há artistas que precisam de várias temporadas para conquistar o público. Heather Locklear viveu uma…