O governo federal decidiu zerar a alíquota de importação de revólveres e pistolas, que atualmente é de 20% do valor do produto. A mudança passa a valer a partir de janeiro de 2021.
A resolução da Câmara de Comércio Exterior que contém a medida foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta quarta-feira (9), um dia após deliberação na 11ª reunião extraordinária do colegiado.
A isenção da alíquota não se aplica a alguns tipos de armas, como as que são carregadas exclusivamente pela boca, pistolas lança-foguetes, revólveres para tiros de festim e armas de ar comprimido ou de gás.
Trata-se de uma tentativa de desviar o foco, de manipular as pautas de discussão social, fazendo-nos esquecer da ausência de um efetivo Plano Nacional de Vacinação.
Bem sabemos que o atual Presidente tudo fez, desde o momento da sua posse, tanto para liberar o porte e a posse de armas, como para facilitar sua aquisição e dificultar o rastreamento.
A atual isenção de alíquota, divulgada pelo próprio Presidente em suas redes sociais, bem mostra a sua intenção de tirar o foco social da ausência de uma política efetiva de combate à covid-19 e do total despreparo de sua equipe que, após 10 meses do início da pandemia, só agora decidiu fazer cotação e esboçar encomenda de itens necessários à vacinação, como seringas e algodão, por exemplo.
Essa política de trazer polêmicas novas sempre que o foco da imprensa e da sociedade está em algo de crucial relevância é uma constante no atual governo.
Contudo, já estamos escolados.
Queremos um plano nacional de vacinação que garanta a todos os brasileiros a imunização contra o coronavírus. No mais, continue fazendo arminha, Senhor Presidente.
Neste momento, uma arma letal está apontada para a cara de milhares de brasileiros: a covid-19. A falta de competência e responsabilidade na condução do combate à pandemia faz do atual governo, se não partícipe, coautor de uma chacina anunciada.
Imagem de Alexas_Fotos por Pixabay
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