A fibromialgia é uma das doenças que mais aterrorizam aqueles que conhecem o que ela provoca. A doença crônica, que, infelizmente, é bastante comum no Brasil, é caracterizada por um distúrbio de dor que atinge inúmeros pontos do corpo, principalmente articulações e músculos. Não obstante de todos os avanços científicos, a síndrome ainda não tem sua causa conhecida, no entanto, sabe-se que é o erro na interpretação dos estímulos recebidos que provoca a sensação de dores intensas. Além disso, há outros fatores que podem favorecer o desenvolvimento da doença, como a tensão, o estresse, desequilíbrios emocionais e baixos níveis de serotonina.
Apesar de ser considerada ‘’semelhante’’ à artrite e outras doenças reumáticas, a fibromialgia não é classificada como um distúrbio inflamatório, muscular ou articular, sendo por conta disso o fato dela não provocar danos às áreas atingidas, apesar das dores intensas e constantes.
Quando os sintomas surgem?
Na maior parte dos relatos, os sintomas surgiram depois de um trauma físico ou emocional, corroborando para a ideia da comunidade científica de que eventos estressantes são capazes de desencadear o surgimento do transtorno. Diante do exposto, e de acordo com pesquisas mais recentes, os receptores de dor no cérebro podem estar sujeitos a alterações, o que explicaria as reações exageradas aos sinais de dor. Contudo (e apesar das hipóteses levantadas), não está claro como essa conexão poderia ser explicada. Outrossim, a genética também pode estar intimamente relacionada ao problema, já que a fibromialgia tem sido observada em várias pessoas de uma mesma família, de modo que ter um consanguíneo portador pode aumentar o risco de desenvolver a doença.
A dor constante e duradoura, a fadiga e o sono desregulado relativos ao transtorno podem interferir bastante na vida de quem enfrenta a doença, causando frustração (no paciente) e má compreensão por parte de pessoas de convívio próximo. Entretanto, mesmo diante de todos os percalços, ela, por si só, não diminui a expectativa de vida ou decreta incapacidade física, mas eleva o risco de desenvolver distúrbios emocionais, como ansiedade e depressão.
Tratamentos disponíveis
Assim que diagnosticado, o paciente deve começar a praticar atividades físicas para minimizar as dores e prevenir o ápice da doença. A hidroginástica, o pilates, a fisioterapia, entre outros exercícios físicos, assim como a alimentação, são fontes de serotonina – neurotransmissor envolvido na regulação do humor, do apetite, do sono, do ritmo cardíaco e também numa série de outras funções corporais, mas, principalmente, no que diz respeito a sensibilidade à dor. Além dessas opções de tratamentos tradicionais, o médico também pode receitar medicamentos que ajudam a combater os sintomas, como antidepressivos e anti inflamatórios.
Tratamento eficaz e inovador
Ainda que a causa da doença não seja conhecida, um novo meio no combate à fibromialgia foi criado por pesquisadores da Universidade de São Paulo. O grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos conseguiu avanços promissores na redução e controle da dor em grande parte dos pacientes. O tratamento, nomeado de fotossônico e feito a partir de um equipamento desenvolvido pela equipe, é inovador e propõe um outro tipo de protocolo terapêutico, que tradicionalmente indicava a fisioterapia nos pontos de dor. A emissão de ultrassom e laser associados, diferente da fisioterapia, consegue diminuir a sensação de dor por períodos prolongados. Na amostra de pesquisa, há indivíduos que ficaram de semanas a meses sem sentir dor. De acordo com o protocolo, os pacientes com fibromialgia têm uma quantidade maior de células sensoriais nas mãos, quando em comparação com indivíduos livres da doença. Assim, a mão atuaria como porta de entrada para o tratamento. A ação conjunta da luz e do som com o tecido produz ATP (adenosina trifosfato) que, de forma bastante resumida, é energia. Essa produção maior de energia diminuiria a fadiga e, consequentemente, a intensidade das dores. Ainda de acordo com os pesquisadores, apesar da aplicação ser nas palmas da mão, o efeito do protocolo é sistêmico, ou seja, abrange todo o corpo. Ademais, a aplicação do tratamento potencializa a ação antiinflamatória, o que favorece o equilíbrio do organismo e ajuda no controle da dor.
Em Goiânia, o protocolo terapêutico para fibromialgia está disponível no Espaço Estar Bem, uma unidade de tratamento integrada à rede de pesquisa da Universidade de São Paulo. Além de tratar a fibromialgia, a clínica também conta com outros procedimentos cientificamente comprovados contra a artrite, artrose, dores lombares, bursite, hérnia de disco, parkinson, osteoartrite, entre outras.
Espaço Estar Bem
Whatsapp: (62) 3877-3817
Site: www.estarbem.com.vc
Endereço: Av. C-104, 1133 – Jardim America, Goiânia – GO, 74250-03
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