Dentre as estreias da Netflix: Tin e Nina
Eu não sei se isso acontece com muita gente. Sei que ficar em casa e curtir as melhores estreias da Netflix é, a cada dia, uma melhor opção de diversão e entretenimento.
Você evita gastos com transporte, bebidas, com alimentação fora de casa. Você evita trânsito. Também pode evitar companhias eventualmente desagradáveis. Pode evitar, como diria Chapolim Colorado, “a fadiga”.
Nessas horas é que damos valor a boas listas de filmes que facilitem ainda mais a nossa vida e não precisemos ficar tempo procurando o que ver nos canais.
Por isso trouxemos aqui 5 filmes que estrearam há pouco na Netflix (hoje é dia 29 de maio de 2023) e que, certamente, irão entretê-lo com requinte nos próximos dias:
O primeiro filme que sugerimos como uma das melhores estreias da Netflix é “Mãe do Ano”. O longa foi lançado agora, em de 2023, e nos conta a vida de Nina. A moça é ex-agente da OTAN e aposentou-se na expectativa de vivenciar dias de paz e tranquilidade, bem longe da rotina do trabalho a que se dedicou.
Contudo, parte do seu passado a visita. Seu fixo Max, a quem ela não conhecia até então, é sequestrado. Diante dessa situação, ela não tem escolha. Nina é forçada a fazer valer, novamente, as suas habilidades como agente para resgatar o filho. Sei que parece um pouco com o roteiro do filme “A Mãe”, mas, não: é bem diferente.
Assista ao trailer:
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Esse belo e sensível filme traz duas histórias de amor paralelas, unidas por um laço “invisível”. A primeira delas conta a vida de Leslie e Jorge, que têm seu destino entrelaçado ao se conhecerem em um voo de avião.
Por sua vez, temos uma segunda história. A do estudante Chris que se apaixona ardentemente por sua colega de classe Sam. Um longo tempo depois, um elo inesperado e resistente transforma as vidas desses quatro indivíduos de forma significativa e duradoura.
Tudo se baseia em fatos reais, retratados no livro All My Tomorrows: A Story of Tragedy, Transplant, and Hope, escrito pelo pai de Chris, Eric.
Em “Tin & Tina”, o diretor Rubin Stein desafia o público de modo intenso e recorrente.
Ele conta a história de Lola e Adolfo que, após uma preda absolutamente devastadora, decidem e efetivamente adotam Tin e Tina. As crianças são, sem dúvida, amáveis e cativantes, contudo, observa-se que eles foram criados sob uma rigidez ultracatólica e demasiadamente “conservadora”.
A adoção, que a princípio parecia preencher o vazio causado pelo trágico aborto, se torna um desafio gigantesco para o casal. O longa nos fala sobre luto, vazios e perdas, bem como das questões de fé e religiosidade na estruturação familiar.
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