Entre tantas estreias ruidosas, um título de 2014 dirigido pelo veterano Peter Bogdanovich voltou a chamar atenção no catálogo brasileiro da Netflix: “Um Amor a Cada Esquina” (She’s Funny That Way), sua homenagem às screwball comedies dos anos 30 que mistura teatro, encontros secretos e meia dúzia de personagens atrapalhados.
O filme chegou devagar, mas já desponta nas listas de “mais assistidos” por oferecer 94 minutos de confusão leve, elenco estrelado e ritmo de vaudeville.
Isabella Patterson (Imogen Poots) é acompanhante nas noites e aspirante a atriz durante o dia. Ao atender o diretor de teatro Arnold Albertson (Owen Wilson), ela ouve uma proposta inusitada: US$ 30 mil para largar a profissão e correr atrás do palco.
A oferta parecia discreta, mas tudo desanda quando Isabella aparece — sem convite prévio — no teste da nova peça de Arnold, que tem a esposa (Kathryn Hahn) no papel principal e um elenco cheio de ex‑namorados, terapeutas e investidores curiosos. Resultado: portas batem, celulares tocam na hora errada e segredos pipocam como pipoca quente.
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O roteiro nasceu nos anos 1990 com o título “Squirrels to the Nuts”; a troca foi necessária para evitar confusão no mercado internacional.
Wes Anderson e Noah Baumbach assinam a produção‑executiva; eles convenceram Bogdanovich a tirar o projeto da gaveta depois de 13 anos sem dirigir ficção para cinema.
O orçamento girou em torno de US$ 10 milhões e a filmagem durou 29 dias, quase toda em Manhattan, aproveitando cafés, quartos de hotel e corredores de teatro reais.
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