Se você passou batido por Jovem Sheldon no catálogo da Netflix, tem aí uma boa chance de corrigir a rota.
O spin-off de “The Big Bang Theory” troca as piadas de laboratório por humor de família, sem perder a graça nerd — e ainda entrega aquele retrato carinhoso de crescimento que prende fácil quem curte boas histórias de personagens.
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A premissa é simples e eficiente: antes de virar o físico mais excêntrico da TV, Sheldon Cooper era um garoto de 9 anos no leste do Texas tentando fazer a escola — e o mundo — acompanharem seu raciocínio acelerado.
Por causa do QI nas alturas, ele salta séries e cai direto no ensino médio, convivendo com adolescentes bem mais velhos, inclusive o irmão Georgie. Resultado: conflitos, constrangimentos sociais e situações que misturam riso e ternura.
Dentro de casa, o choque de mundos rende ótimos momentos. Mary, mãe dedicada e profundamente religiosa, tenta conciliar fé, rotina e o talento do filho. George, o pai, segura as pontas com um pragmatismo pé no chão.
Missy, a irmã gêmea espirituosa, vira a “tradutora” das emoções que o irmão tem dificuldade de nomear. E a vovó (Annie Potts) entra como válvula de escape perfeita, sarcástica na medida certa.
O elenco ajuda a série a funcionar desde o primeiro episódio. Iain Armitage encontra um equilíbrio raro entre genialidade precoce e fragilidade infantil — atuação que rendeu elogios do próprio Jim Parsons.
Montana Jordan, como Georgie, ganhou tanta simpatia do público que avançou para um derivado próprio (“Georgie e Mandy”). Fecham o núcleo Lance Barber (George), Zoe Perry (Mary) e Reagan Revord (Missy), todos afinados na dinâmica familiar.
Para quem gosta de referências, há piscadelas ao universo de “The Big Bang Theory” aqui e ali, mas “Jovem Sheldon” se sustenta por conta própria: é comédia de costumes com toques de drama leve, ótima para maratonar. Está lá na Netflix, meio “escondida” no catálogo — e valendo cada clique do seu fim de semana.
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