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Por Josie Conti
Não são poucos os filmes que nos fazem estremecer quando notamos que, vestidos na pele de seus personagens e vivendo suas histórias, talvez nós não tivéssemos recursos para reagir. Nós vemos o quanto pode “pesar a cruz” do outro e percebemos que “olhar de longe”, mesmo que com compaixão, não faz com que o ajudemos em sua jornada.
É fato que nós nunca saberemos exatamente, a não ser que já passou por isso, como é ser perseguido por sua cor, credo ou religião.
Não sabemos como é ser abusado ou mesmo ser uma mulher na corpo de um homem. Só quem passa por isso pode dizer e sentir sua própria experiência. Entretanto, quando nos envolvemos sinceramente e de coração aberto em uma história, passa a ser possível, por algum tempo, que vistamos a pele de seus personagens, e imaginemos como seria. Nesses momento, novas perspectivas se abrem e repensamos nossos valores e escolhas. Identificamos que o que é simples para uma pessoa pode ser quase impossível para outra e podemos nos solidarizar e sermos mais gentis e até mesmo militantes no dia a dia.
1- Os meninos que enganavam os nazistas
(para sentir na pele o que é o xenofobismo)
Baseado no livro homônimo de Joseph Joffo. Baseado na história real descrita pelo autor, em meio ao medo, os irmãos judeus Joseph e Maurice se separam da família durante a Segunda Guerra Mundial, quando a França está ocupada pelos nazistas. Os dois têm de encontrar coragem e desenvolver estratégias para fugirem dos alemães, enquanto tentam reencontrar seus pais.
O filme pode ser encontrado no Youtube.
2- A garota dinamarquesa
(para sentir na pele como uma pessoa percebe que possui uma identidade de gênero oposta a de seu nascimento)
Cinebiografia de Lili Elbe (Eddie Redmayne), que nasceu Einar Mogens Wegener e foi a primeira pessoa a se submeter a uma cirurgia de mudança de gênero. Em foco o relacionamento amoroso do pintor dinamarquês com Gerda (Alicia Vikander) e sua descoberta como mulher. Censura 14 anos.
(em 20-08-2018 está disponível na Netflix, mas o filmes podem sair do catálogo sem aviso prévio.)
3- O quarto de Jack
(para sentir na pele a realidade de uma mulher sequestrada e acompanhar parte da infância de criança que nasceu em cativeiro)
Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade. Censura 14 anos
(em 20-08-2018 está disponível na Netflix, mas o filmes podem sair do catálogo sem aviso prévio.)
4- Para sempre Alice
(para sentir a dor, o medo, as adaptações, os lutos e recomeços de pessoas que têm suas vidas completamente modificadas por um diagnóstico de Alzheimer)
A Dra. Alice Howland (Julianne Moore) é uma renomada professora de linguistica. Aos poucos, ela começa a esquecer certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Ela é diagnosticada com Alzheimer. A doença coloca em prova a a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John (Alec Baldwinse), fragiliza, ela e a filha caçula, Lydia (Kristen Stewart), se aproximam. Censura 12 anos.
(em 20-08-2018 está disponível na Netflix, mas o filmes podem sair do catálogo sem aviso prévio.)
5- Me chame pelo seu nome (Call Me By Your Name)
(Nesse caso podemos acompanhar o enamoramento de um rapaz que identifica, através de uma grande paixão, que possui interesse por homens.)
O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega. Censura 14 anos
PS: esse eu assisti pelo Popcorn Time
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