Talvez William Weber Cecconello, Meste em Psicologia pela PUC do Rio Grande do Sul, nunca pensasse que poderia, por meio de uma simples declaração de amor à sua noiva, a pesquisadora em arquitetura Marina Bernardes, inspirar tantas pessoas.

Mas tem inspirado. E muito!

O post que William fez em seu Facebook já conta com quase 260 likes e mais de 48 mil compartilhamentos. A declaração é marcada por delicadeza, afeto, simplicidade e ternura: receitas básicas para um belo e duradouro relacionamento.

Veja que bela a declaração e inspire-se também!

O post na página do Facebook:

A transcrição da fala de William:
“Quis casar com a Marina, mas ela disse que queria um pedido elaborado. Juntei os padrinhos e criamos uma musica. Aconteceu no por do sol. Eu tava de chinelo de dedo. Marina tinha recém parado de jogar rugby. Ela achou lindo.
Marina perdeu a pedrinha da aliança (não era diamante, não). As vezes no banho ela coloca um pouco de sabonete no lugar da pedra, pra ninguém notar (e até agora ninguém notou). Agora ela quer aliança de coquinho, por que a gente mora na praia e temos que agir como tal.
Quando começamos a nos conhecer eu disse que gostava de los Hermanos. Ela disse que gostava também, mas não conhecia. Aí ela baixou um álbum inteiro dos “los Hermanos vieira” e começou a escutar música mexicana, por que queria dividir os gostos musicais.
Marina acha estranho que eu não choro e não tenho ciúmes. Mas ela entende, e chora por mim quando eu estou triste. Ela sabe que alegria na vida é ter alguém pra dividir as angústias.
Ela não sabe se quer ter filhos. Mas ela diz que é mãe do nosso cachorro, e até acha o rosto dele parecido com o dela. Ela não consegue mais tratar ele como cachorro na frente das visitas.

Marina diz que eu deveria pensar mais em mim e menos nos outros. Mas não se passa um dia sem que ela ajude alguém.
Marina não acredita em signos, mas sabe que vai ser julgada por que é de gêmeos. Ela acha um misticismo bobo tomar floral, mas não toma leite depois de comer melancia (sob hipótese nenhuma).
Marina gosta de cantar. Faz musica sobre a própria rotina enquanto caminha pela casa (e vocês nunca terão a dádiva de escutar cantorias como “meu deus, que cheiro estranho é esse? Hj é dia de lavar roupaaa” em dó maior). Ela também gosta de falar comigo como se fosse atendente de telemarketing “o que você acha de varrer a casa, sr. William?”
Marina tem medo de aranha. Mas enfrenta o atendente da vivo que não quer cancelar o plano.
Marina sempre elogia minha comida. Elogia tanto que faz eu me esforçar a ponto de aprender a fazer até ratatouille. Descobri que a Marina não gosta de ratatouille.
Marina sabe que politica é importante, mas não gira em torno disso. Ela acha que ajudar os amigos é mais importante do que entender por que o Trump ganhou.
Marina sempre se mantém otimista em relação ao futuro. E quando não dá, pede pra eu dizer que tudo vai dar certo.
Marina nasceu em terra de gente boa e tinha magia da ilha antes de morar em Florianópolis.
Ela acha bobagem quando a neurociência diz que a paixão dura entre 6 e 18 meses.
Aí ela faz eu me apaixonar todo dia, por um motivo diferente. Nos últimos 6 anos e meio.”

P.S: Vimos esta matéria no site Razões Para Acreditar. Conheçam o site!
A capa trouxemos de lá também.

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