O grande Mestre Jesus disse: “Quem for fiel no pequeno, será fiel no grande”.

Aquilo que nós consideramos “coisa pequena”, insignificante, tem sido a causadora da destruição de coisas consideradas até imbatíveis, como por exemplo a queda do Império Romano. Veja lá na história e perceba o que derrubou esse enorme e forte Império. Não foram os inimigos externos, mas aquilo que se permitiu se alastrar no seu interior. Segundo a história do cristianismo, seu crescimento inicial, a ponto de invadir o tão controlado Império Romano, não se deu pela força externa, um exército cristão, mas o espalhar-se de pequenas comunidades, insignificantes na sua aparência, mas poderosas na sua ação.

Pense na situação do Brasil. Como chegamos a tamanho absurdo na corrupção? Não nasceu lá nos meios políticos. Nasceu dentro dos nossos lares, nas escolas, nas empresas, nas religiões, nos meios de comunicação. Aos poucos foi se tornando normal “levar vantagem” e hoje dizem ser um elemento cultural.

Veja no campo do endividamento da população brasileira. Como chegamos a perder o controle das nossas despesas? Pode perceber que pesquisamos, refletimos quando vamos fazer um gasto maior. Mas nos gastos pequenos? Esses não fazemos caso. Sabia que mais de 30% do salário é desperdiçado com esses gastos que não prestamos atenção? O que corrói nosso salário é a falta de cuidado nesses gastos que consideramos insignificantes, mas que no fim do mês fazem uma grande diferença, se somados. Como um vazamento num cano, pequeno e mais outro, mais outro e no fim percebemos que não temos toda água disponível.

Agora veja nos relacionamentos entre casal, família, amizades. Quantos que foram destruídos pelas pequenas coisas: gestos, palavras, olhares… Aquilo que devia ser superado e logo corrigido, vai sendo remoído, ruminado, até causar estragos irreparáveis.

Conta a lenda, que havia uma enorme e imponente árvore no meio de uma praça, onde as pessoas se sentavam para saborear de sua sombra. Essa árvore, nos seus anos de vida já enfrentou sol, chuva, ventos, tempestades, raios e ali permaneceu imponente. Um belo dia tombou. Todos estranharam, não entenderam o que pode ter acontecido com ela.
Os técnicos foram verificar e descobriram que pequenos insetos, por eles ignorados, por nunca acreditarem que poderiam derrubar tamanha árvore, foram os responsáveis pela queda.

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Josué Ghizoni
Parapsicólogo Clínico formado pelo IPAPPI de Curitiba; Pós-graduado em Parapsicologia pela Faculdade Vicentina (FAVI); Master em hipnose; Master em PNL (Programação Neurolinguística); Educador Financeiro; Formado em Filosofia pela PUC de Curitiba; Formado em teologia, com mestrado em Teologia Espiritual pela Gregoriana de Roma. Palestrante nas áreas de educação financeira, parapsicologia, motivação, autoestima, autoconfiança, autoconhecimento. e-mail: zezoghiz@hotmail.com face: josue.ghizoni@facebook.com página: www.facebook.com/ghizonireorientacaohumana Telefone e whats: (41) 9702-6725


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